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Quermesse do Templo Budista de Brasília completa a 44º edição

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unnamed (5)Está chegando ao terceiro fim de semana a tradicional Quermesse do Templo Shin Budista de Brasília, com ampla programação cultural e gastronômica para os novos e antigos apaixonados pela filosofia budista e tradições orientais. A festa, que chega à 44ª edição neste ano, tem como tema Alegria e Esperança na Terra Pura. “Para você ter esperança em um mundo melhor, você tem que sentir alegria, para que esta alegria tenha continuidade ou tenha reiteração. Alegria, e que seja verdadeira, porque faz bem a si próprio, assim como faz bem aos outros”, explicou o monge Shôjo Sato, responsável pelo templo.

A Quermesse do Templo Budista vai oferecer uma intensa programação cultural e completa experiência de imersão nos costumes ligados ao oriente. Todos terão oportunidade de viver de perto algumas das belezas da arte oriental e as delícias da culinária japonesa e chinesa, entre outras. Os salões do Templo Terra Pura vão se encher com sons e cheiros espetaculares, com a apresentação de grupos de danças tradicional (Bon Odori), artes marciais e músicas típicas do Japão, além de apresentações de taikô (tambor japonês). Também serão oferecidas oficinas de ikebana e origami, entre outras. Um dos pontos fortes da quermesse é também a culinária tradicional: ninguém vai querer perder esses sabores já reconhecidos e respeitados em terras brasilienses.

O horário de realização da festa será de 17h às 22h, todos os sábados e domingos de agosto. O valor da entrada é de R$10 e R$5 (meia-entrada, mediante doação de um quilo de alimento não perecível, exceto sal). Os alimentos arrecadados serão distribuídos a entidades que atendem população de baixa renda no Distrito Federal.

Templo Budista Terra Pura

Inaugurado em 1973, o Templo Shin Budista Terra Pura de Brasília é considerado Patrimônio Histórico e Cultural de Brasília. A história do Templo Budista de Brasília começa em 16 de junho de 1958, quando representantes da comunidade budista nipo-brasileira entregaram ao então presidente Juscelino Kubitscheck a solicitação para a cessão de uma área no Plano Piloto para a construção do Templo Honpa Hongwanji na Capital Federal.

Ao longo de anos de muito trabalho, manter as atividades do templo com um número relativamente reduzido de famílias japonesas em Brasília começou a impedir a arrecadação de doações suficientes. O que fazer então? Foi assim que a Quermesse Budista nasceu. As comemorações passaram a chamar atenção de toda comunidade de Brasília que, sem distinção, passou a frequentar as festas de agosto no templo. Hoje o Urabon de Brasília, conhecido como a Quermesse do Templo Budista, é uma festa tradicional da cidade, que consta no calendário oficial de festividades e recebe mais de dez mil pessoas nas oito ou dez noites de agosto.

A história por trás da festa

A quermesse é uma adaptação brasileira do Urabon – também chamado Obon, ou apenas Bon, em japonês –, um costume budista japonês para homenagear os antepassados falecidos. A festa teve origem na palavra sânscrita “ullambana”, que significa “pendurar de cabeça para baixo”, numa metáfora ao grande sofrimento.

A origem da cerimónia é descrita no Sutra Ullambana. Segundo o texto, Maudgalyayana, um discípulo de Buda, utilizou poderes sobrenaturais para observar a sua falecida mãe e descobriu que ela passava por sede e fome no Reino dos Fantasmas Famintos. Maudgalyayana então ofereceu-lhe água e comida para aliviar o seu sofrimento, mas tudo foi transformado em fogo antes que ela pudesse recolher.

Preocupado, o discípulo procurou ajuda de Buda sobre como libertar sua mãe daquela situação. Buda sugeriu que ele oferecesse dádivas aos monges budistas que participavam de retiro naquele período para que a mãe recebesse parte das oferendas. Assim fez Maudgalyayana, seguindo as instruções de Buda, e sua mãe pôde receber alimentos e bebidas e ser libertada da dor de permanecer no Reino dos Fantasmas Famintos.

Serviço

Quermesse do Templo Shin Budista da Terra Pura de Brasília
Quando?
 Todos os sábados e domingos de agosto, das 17h às 22h.
Onde? Templo Shin Budista de Brasília (EQS 315/316)
Ingressos: R$ 10 inteira ou meia R$5 (meia-entrada garantida por Lei, além de meia-entrada oferecida a visitantes que doem 1kg de alimento não perecível, exceto sal)
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Autismo: aprenda a identificar os 3 primeiros sinais do transtorno

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Child Behavior Institute dá orientações para diagnóstico precoce e faz campanha solidária em agosto

O olhar ausente, o vocabulário limitado, o isolamento social e as crises comportamentais são apenas algumas das características que as pessoas com autismo podem apresentar. Cada um dos dois milhões de brasileiros com o transtorno – sendo 600 mil crianças e adolescentes – tem características e necessidades diferentes. O que todos têm em comum é o fato de que, quanto mais cedo o diagnóstico e intervenção, mais eficiente é o tratamento e menores as limitações, segundo o psiquiatra Gustavo Teixeira, fundador do CBI (Child Behavior Institute) of Miami, que oferece cursos sobre os transtornos de comportamento infantis e da adolescência.
unnamedOs primeiros sinais do distúrbio podem ser percebidos na fase entre um e dois anos. “Se a criança não fala, não aponta para objetos e não olha nos olhos dos pais, ela precisa ser avaliada por um médico”, aponta o especialista em saúde mental infantil e psicoeducação.
Não existem exames laboratoriais para fazer esta identificação. A avaliação é o diagnóstico clínico e o tratamento é multidisciplinar: envolve de terapeuta a fonoaudiólogo e mediação escolar. É fundamental, então, a difusão de conhecimento, para que pais, professores e profissionais de saúde possam oferecer as melhores condições para o desenvolvimento da criança. “A informação diminui o preconceito e faz com que as pessoas busquem ajuda e tenham ferramentas para lidar com o autismo”, salienta João Roberto Magalhães, também fundador do CBI of Miami.
O Instituto ministra cursos on-line sobre problemas comportamentais que atingem cerca de 10% a 20% das crianças e adolescentes – como o famoso “Reizinho da casa”, déficit de atenção, agressividade, dificuldade de aprendizagem, depressão e suicídio. Os treinamentos são dados por especialistas nos temas e abordam as novidades sobre as patologias, suas características, o impacto na vida das famílias e amigos e, claro, os tratamentos.
Desde sua criação, em fevereiro de 2016, 10 mil alunos já foram certificados peloCBI of Miami. “O ambiente virtual permite um treinamento de alta qualidade a um preço baixo. Desde o pai ou professor que mora em cidade pequena ao médico que não consegue se locomover para um evento presencial, todos têm acesso ao melhor curso”, enfatiza Teixeira.
Campanha Agosto Solidário
Para disseminar ainda mais o conhecimento, o CBI of Miami realiza a campanha “Agosto Solidário”. Todos os inscritos durante o mês pagarão mensalidades fixas de R$ 27, independentemente da duração do treinamento, que pode ser de 12 a 24 meses. As inscrições podem ser feitas pelo site.
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Duração de licença-paternidade reforça desigualdade na criação dos filhos

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A imagem de um pai participativo ainda causa estranhamento na sociedade brasileira. Homens que cuidam da casa, dos filhos e dos interesses particulares chegam, muitas vezes, a ganhar espaço na mídia como exemplos por desenvolver tarefas que, em geral, fazem parte da rotina das mulheres. O desempenho desses papeis faz parte da cultura e está, inclusive, nas leis. Uma das regras que expressam essa diferença é a licença-paternidade. Enquanto as mães com carteira assinada têm entre quatro e seis meses garantidos para se dedicar à criação dos filhos, a maior parte dos pais na mesma situação de emprego conta com apenas cinco dias.

“Já é um recado de que quem tem que cuidar é a mãe. Isso faz com que a maioria das famílias já se configure a partir disso e não questione essa desigualdade, inclusive porque, muitas vezes, elas não têm capacidade, até financeira, de fazer diferente”, diz Roger Pires, jornalista, realizador audiovisual e pai de Lourenço, de 1 ano. Participante do Movimento Paterno, grupo que reúne pais em Fortaleza, ele lançou, neste Dia dos Pais, o curta 5 dias é pouco, feito para reivindicar o aumento da licença-paternidade no Brasil. O grupo considera que o tempo maior de afastamento do trabalho é um direito do pai, dos bebês e das mães.

De acordo com a Constituição Federal, o prazo da licença-paternidade é de cinco dias. Antes da aprovação da Carta Magna, valia o disposto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que desde 1967 inclui no rol dos direitos trabalhistas a possibilidade de o empregado não comparecer ao trabalho, sem prejuízo do salário, por um dia, em caso de nascimento de filho.

A defesa da divisão igualitária da tarefa de cuidar de uma criança levou a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM) a propor o compartilhamento da licença-maternidade entre pai e mãe, com a divisão dos dias de afastamento. A proposta de emenda à Constituição (PEC) 16/2017 altera o Artigo 10 do Ato das Disposições Constitucionais e Transitórias da Constituição Federal para incluir a possibilidade de a licença ser exercida em “dias correspondentes aos da licença-maternidade, quando a fruição desta licença poderá ser exercida em conjunto pela mãe e pelo pai, em períodos alternados, na forma por eles decidida”.

A PEC foi remetida à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado e, desde abril, aguarda a designação de um relator. A proposta busca refletir mudanças no mundo do trabalho, destacadamente a maior participação das mulheres no mercado, e tem como base a experiência de diversos países. Segundo os argumentos da PEC, o compartilhamento da licença é adotada, por exemplo, na Noruega, na Suécia, na Finlândia e na Espanha.

Servidores públicos

A luta pela ampliação da licença-paternidade tem causado alterações normativas. Desde maio de 2016, servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais passaram a contar com mais 15 dias de licença, além dos cinco assegurados pela Constituição Federal. A regra vale, inclusive, para quem adotar ou obtiver guarda judicial de criança de 0 a 12 anos incompletos.

Com a mudança em nível federal e a mobilização de pais e mães, diversos estados têm ampliado a discussão sobre esse direito. No Distrito Federal, o governo estabeleceu o Programa de Prorrogação da Licença-Paternidade também no ano passado, estabelecendo que os servidores públicos têm direito a 30 dias de licença-paternidade.

No Rio de Janeiro, uma emenda constitucional aprovada pelo Legislativo em 2015 ampliou o afastamento de pais servidores do estado para o prazo de 30 dias. O mesmo período foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Ceará, para o caso de servidores civis e militares, na forma de indicação. Para virar lei, é preciso que o governo estadual elabore e os deputados aprovem projeto de lei acatando a indicação. Já em Minas Gerais, funcionários do Legislativo têm até 15 dias de licença. Em Mato Grosso do Sul, servidores do Tribunal de Justiça têm 20 dias.

Iniciativa privada

Com a aprovação do Marco Legal da Primeira Infância, em marco de 2016, foi alterada a lei que criou o Programa Empresa Cidadã, inicialmente voltado para estimular a adoção de licença-maternidade de seis meses por parte da iniciativa privada. Com o marco, trabalhadores de empresas que façam adesão ao programa passaram a ter 20 dias de licença, a exemplo do que ocorre com os servidores. Em troca, a companhia tem isenção de impostos.

Para usufruir desses direitos, os pais devem requerer a ampliação em até dois dias úteis após o parto e comprovar participação em programa ou atividade de orientação sobre paternidade responsável. Essa participação foi objeto de nota técnica do Ministério da Saúde, lançada no início deste mês. Nela, o órgão sugere que a realização do pré-natal do parceiro, a participação nas atividades educativas durante o pré-natal e/ou visitas à maternidade sejam consideradas atividades de orientação sobre paternidade. Do mesmo modo, a comprovação poderá ocorrer por meio da participação no curso online  Pai presente: cuidado e compromisso, que é gratuito.

“Exercer o direito à licença-paternidade e apoiar a parceira são muito importantes para o sucesso do aleitamento materno, para compartilhar entre o casal os prazeres e os afazeres relacionados à chegada do bebê e para gerar vínculos afetivos saudáveis e maior qualidade de vida para todos. A participação do pai no pré-natal e nos cuidados com a criança após o nascimento também pode contribuir para diminuir a violência na família e o abandono do lar”, destaca a nota.

Tanto no caso dos servidores quanto das pessoas que trabalham na iniciativa privada, os pais têm o direito de receber remuneração integral, ao longo da licença. Eles ficam proibidos de exercer atividade remunerada. O desafio, agora, é ampliar o conhecimento sobre esse direito e a adesão das empresas ao programa.

Profissionais autônomos

A experiência de criação de Lourenço, ao lado da companheira, a assistente social Samya Magalhães, e a participação no grupo Movimento Paterno mostrou para Roger que mesmo os 30 dias são poucos para uma divisão efetiva da tarefa do cuidado, para a adaptação à nova vida e mesmo para o acompanhamento de uma fase muito delicada, o puerpério, quando o corpo da mulher passa por intensas transformações. “Trinta dias não cobrem sequer o resguardo”, afirma.

Como autônomo, o rendimento depende da produção, por isso foi preciso adaptar a rotina de trabalho do Coletivo Nigéria, do qual participa. Enquanto os outros integrantes do grupo se dedicavam às atividades externas, ele se dedicou à elaboração de projetos e outras tarefas que podiam ser feitas de casa, muitas vezes na madrugada.

“A licença-paternidade é para quem tem Carteira de Trabalho. Para muito pai autônomo é pior ainda, porque a pessoa deixa de trabalhar e de ganhar. Seria legal uma renda mensal, básica, para que essa pessoa pudesse deixar de trabalhar mesmo”, defende. Para ele, “se a sociedade tivesse o cuidado de esperar um pouco o primeiro ano, os primeiros meses, a gente teria pais e mães apoiados, bebês mais cuidados, com mais saúde, e isso iria se refletir em toda a sociedade”.

Foto/Créditos: Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil

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Meditação ajuda na saúde física e espiritual

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Técnicas de respiração e mentalização podem reduzir o estresse do dia a dia e gerar uma conexão maior com a espiritualidade

A meditação é uma prática que possui diversos benefícios já conhecidos, como a redução da ansiedade e da pressão arterial, até uma melhor performance no trabalho, ao alinhar corpo e mente em prol de uma vida saudável. A Kabbalah, tradição milenar que busca entender o mundo e promover uma vida plena, também usa a meditação em sua prática. O rabino Joseph Saltoun explica sua importância nos dias atuais e como unir meditação e espiritualidade: “a meditação pode ser considerada uma terapia espiritual porque tudo está registrado em nosso inconsciente, sejam atributos de personalidade, forma de comportamento, e até memórias de sentimentos inconscientes de vidas passadas que afetam nossa vida atual”.

Segundo ele, por meio dessa reflexão, é possível entender as emoções e exercitá-las até que se tornem algo positivo, auxiliando no amadurecimento pessoal.

Um dos exercícios básicos da meditação é a “respiração consciente”, e esta ajuda a acalmar os pensamentos e a extrair a energia do estresse do corpo, trazendo calma e equilíbrio, emocional e mental.  Ao eliminar esses desconfortos, prevalece o bem-estar e a autoestima, que são gatilhos para o aumento de prazer e satisfação, colaborando para uma existência mais centrada e a conquista de melhoras na saúde.

O rabino explica que os impactos da meditação na vida de quem a pratica são bem perceptíveis. “Nos sentimos mais amorosos e adquirimos uma visão mais feliz pela vida e principalmente pelo outro. Pessoas que praticam meditação regularmente param de criticar e condenar os outros e a si mesmos com severo julgamento”, diz Joseph, que complementa dizendo que “amar ao próximo começa com a se amar primeiro. Com a energia de amor, podemos curar todas as doenças, pois a vida é resultado de amor”.

A Kabbalah ensina a como crescer e evoluir espiritualmente, e isso se dá também com o auxílio da meditação. Joseph diz que é preciso “reprogramar a forma que nós reagimos às situações que encontramos ao longo de nossa vida, e em vez de reparar apenas nos problemas, comecemos a ver as oportunidades que ela nos providencia” e finaliza dizendo que “a meditação é fundamental para esse processo, porque ajuda a alterar a visão em relação à vida e a tudo que ela oferece”.

Meditação, técnicas como Ho’oponopono, limpeza mental e outros temas serão abordados por Joseph Saltoun e outros palestrantes no 2º Congresso Brasileiro de Kabbalah, que acontece nos dias 26 e 27 desse mês, no San Marco Hotel, Salão Rafaello (Setor Hoteleiro Sul – Quadra 05 – Bloco C – Asa Sul – Brasília | DF). As inscrições podem ser feitas pelo site: https://goo.gl/DqVTD8 .

Sobre Joseph Saltoun – Joseph Saltoun, rabino, escritor e estudioso espiritual, é um dos principais guias do estudo da Kabbalah (Cabalá) em nossos tempos. Em 1982, aos 22 anos de idade, ele foi iniciado nesta Sabedoria Divina.

Desde então, ele tem ensinado em muitos países, e ao mesmo tempo escrevendo e publicando livros em diferentes idiomas. No Brasil, dirigiu o Centro de Estudos de Kabbalah, SP, nos anos 1997-2004. Atualmente, reside no Canadá e viaja o mundo passando seus ensinamentos espirituais da Kabbalah aos grupos de estudos.

Entre os livros publicados pelo Rabino Joseph Saltoun estão “Kabbalah e Prosperidade – A arte de viver uma vida próspera e sustentável”; “Nos Passos do Hebreu – Uma viagem ao Egito, Jordânia e Israel ao espírito da Cabalá”; “O Despertar da Consciência”; “Portal das Reencarnações”; “Orações kabbalista, a Arte de Orar segundo a Cabalá”; “Reencarnação”; “Árvore da Vida”; “A Kabbalah e as Chaves Secretas do Universo”; “Áudio da Prosperidade”; “Hagadá de Pêssach”; “Alma Gêmea” (áudio); “Astrologia – A Arte de Viver Bem” (apostila). Todos eles podem ser adquiridos pela loja virtual: http://www.josephsaltoun.com.br/loja.

PROGRAMAÇÃO:

Sábado, 26 de Agosto:

10h – Palestrante: Joseph Saltoun: “Kabbalah na Era Messiânica”.
14h – Palestrante: Adriana Finkelstein: “A Tenda de Sarah – A mulher na Kabbalah”
15h – Palestrante: Regina Tavares: “Ho’oponopono – O Processo de Limpeza Mental – à Luz da Kabbalah”
17h30 – Palestrante: Rivkah Jacqueline Godeck: “Astrologia Kabalística – Aspectos Gerais”

Domingo, 27 de Agosto:

9h – Palestrante: Joseph Saltoun: “As letras hebraicas e Meditação”.
9h45 – Palestrantes: Antônio Luiz Rosa e Bruno Padoveze: Kabbalah Interna: “A Árvore da Vida e o Caminho Iniciático”
10h30 – Palestrante: Carlos Henrique Arouca: “Kabbalah, Xamanismo e Ervas Medicinais”
14h – Palestrante: Rivkah: “Astrologia Kabalística – Aspectos Práticos”
15h – Adriana Finkelstein: “O Calendário Cabalístico –  O GPS da Alma”
17h – Painel dos Palestrantes
18h – Encerramento com Joseph Saltoun.

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Rebeldia sem causa pode ser sinal de alerta para Transtorno Desafiante Opositor (TDO)

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Transtorno pode atingir até 16% de crianças e adolescentes. Pico dos sintomas acontece entre 8 e 11 anos. 

Quando o assunto é desenvolvimento infantil, muitos pais podem ter dúvidas sobre o que está dentro da normalidade ou não. Por natureza, as crianças costumam ser espontâneas e questionadoras, principalmente depois dos três anos de idade. Birras e alguns maus comportamentos fazem parte da infância e da adolescência. Porém, quando essas atitudes são constantes e interferem na vida escolar, familiar e nos relacionamentos, é preciso prestar atenção.

Essa rebeldia, aparentemente sem causa, pode indicar uma condição conhecida como Transtorno Desafiante Opositor (TDO). Segundo Dra. Karina Weinmann, neuropediatra e cofundadora da NeuroKinder, o TDO é classificado como um transtorno disruptivo que se caracteriza por um padrão de humor irritável, comportamento argumentativo/desafiador e vingativo. A prevalência global é estimada entre 5 e 16% de crianças e adolescentes até 18 anos.

“São aquelas crianças ou adolescentes que discutem de forma excessiva com os adultos, não assumem a responsabilidade pelo mau comportamento, incomodam as outras pessoas, têm dificuldade em aceitar regras e autoridade, perdem o controle emocional se suas vontades não forem cumpridas e tem um comportamento vingativo”, diz a médica.

Birras e teimosia são sinais de alerta
O diagnóstico é um desafio e precisa ser muito criterioso. “A frequência dos sintomas é muito importante, já que muitos comportamentos do TDO são comuns no desenvolvimento infantil. Para as crianças com menos de cinco anos de idade, os comportamentos devem acontecer na maioria dos dias, por um período de pelo menos seis meses, com exceção do comportamento vingativo. Para os maiores de cinco anos, os comportamentos devem estar presentes pelo menos uma vez por semana, por pelo menos seis meses, também com exceção do comportamento vingativo”, explica Dra. Karina.

Em geral, o TDO costuma se manifestar a partir dos três anos, com surtos de teimosia. As birras entre quatro e cinco anos são frequentes, assim como questionamentos a partir dos seis anos. Porém, o pico dos comportamentos típicos do TDO acontece entre os oito e onze anos de idade.

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Congresso da Abrasel traz novo tema para melhorar a qualidade de vida no Brasil

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O 29º Congresso Nacional Abrasel traz como tema “Conectar – Saberes, Pessoas, Iniciativas”, com objetivo de interligar ações, conhecimento e atores que atuem para o desenvolvimento do setor de alimentação fora do lar e contribuam para facilitar o empreender e melhorar a qualidade de vida no Brasil.

O evento é o maior encontro de conhecimento e inteligência do setor da alimentação fora do lar, contando com a participação das principais lideranças empresariais e da gastronomia do país. Durante dois dias o setor se reúne para discutir os desafios e apresentar propostas para o avanço da alimentação fora do lar no Brasil e, de maneira mais ampla, melhorar o ambiente empreendedor do País e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Junto da programação técnica, os participantes poderão desfrutar do Lounge de relacionamento Abrasel, com a presença dos principais parceiros da entidade. E, em paralelo, são realizados o Mesa ao Vivo Brasília e a Vinum Brasilis.

 Há  mais de 30  anos  a  Abrasel  representa  e  defende  o  setor  de  alimentação  fora  do lar  no  Brasil, trabalhando para que empreender no país seja mais fácil e para que os cidadãos tenham mais qualidade  de  vida.  Apostando  na  força  deste  setor,  formado  em  sua  maioria  por  pequenas empresas, a entidade possui hoje representação em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal,  somando  47seccionais  e  regionais  e  contando  com  800  líderes e  executivos  que cuidam  de  quase  6  mil  associados.  Desta  capilaridade  e  robustez  ímpares  surge  a  força  da Abrasel, materializada historicamente na cerimônia de abertura de seu evento nacional, com a presença de importantes parlamentares, lideranças setoriais e empresários de todos os cantos do país.

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A formação do professor precisa ir além da universidade

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Psicopedagoga alerta sobre a importância da constante atualização dos docentes

A formação do professor deve ser compreendida como um processo dinâmico, contínuo e permanente, tendo como base um conhecimento aprofundado sobre o aprendiz/aluno. Para Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar, são três os aspectos de conhecimento que os professores devem observar para uma melhor atuação em sala.

O primeiro é o conhecimento psicopedagógico, que o ajuda a compreender melhor as técnicas e destrezas, permitindo assim, uma boa e correta atuação educativa. O segundo, é o conhecimento metodológico que possibilita conduzir satisfatoriamente as aprendizagens de acordo com cada faixa etária. E o terceiro, mas não menos importante, é conhecimento social, para adequar melhor à realidade educativa ao contexto sociocultural da escola e de seus alunos.

Para Ana Regina, apenas a formação acadêmica não é suficiente para que o professor atue em sala de aula. “O conhecimento da graduação precisa ser expandido, o professor precisa buscar novos conhecimentos, pesquisar e ter seu próprio acervo construído, para que tenha a possibilidade de relacionar teorias e escolher a ação prática mais adequada, refletindo sobre o que oferece como profissional ao seu aluno”, comenta.

Essa consciência por parte do docente, facilita a elaboração de suas aulas e da prática pedagógica executada com o aprendiz. Além de possibilitar maior flexibilidade e controle, se um imprevisto acontecer é preciso que o professor tenha habilidade para conduzir a situação. Para finalizar, a psicopedagoga lembra que professores devem manter esse processo ao longo de toda a vida acadêmica, é importante que ele tenha conhecimento de suas habilidades e limitações, avaliando diariamente sua prática pedagógica, com a intenção de melhorar o que é necessário.

“O exercício de ser professor é de compromisso com a formação de uma vida, que precisa ser cuidada e acompanhada durante o seu desenvolvimento para estabelecer boas relações e aprendizagens que possam multiplicar-se com a trajetória acadêmica de cada aprendiz. Por isso devemos estar sempre atentos e em um processo de atualização permanente”.

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Tecnologia a laser permite a remoção de desenhos na pele

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Umas são grandes, outras pequenas, algumas preto e branco, outras carregadas de uma imensidão de cores, as tatuagens fazem a cabeça das pessoas. Mas, é preciso cuidado e atenção na hora de escolher um desenho que ficará marcado na pele para o resto da vida. Muitos se arrependem ou o que foi escolhido em uma determinada época não condiz mais com o momento atual, e então vem a decisão de retirar a tatuagem.

Uma das últimas novidades para esse tipo de processo é o laser Picosure. O equipamento utiliza impulsos que são 100 vezes mais curtos que os antes utilizados com o laser de nanossegundos. Em função dessa velocidade, agora, é possível “quebrar” também os pigmentos mais claros, convertendo-os em minúsculas partículas facilmente eliminadas pelo organismo. “Ele também atua com maior facilidade em cores como o azul e o verde, até então de difícil remoção”, afirma o dermatologista Ricardo Fenelon.

O tempo de tratamento depende de fatores como o tamanho e a idade/tempo que o desenho tem na pele, o tipo de tinta utilizado, a profundidade do pigmento e as cores presentes na tatuagem. No caso de tatuagens pretas o procedimento pode variar de três a seis sessões para serem removidas, enquanto as coloridas necessitam de um número maior, de oito a dez sessões.

O dermatologista ressalta que esse avanço na dermatologia permitirá resultados satisfatórios para quem deseja eliminar algum rabisco da pele. “A diferença dessa tecnologia para as demais é que a incidência do laser na pele é muito mais rápida e seu poder de destruição é muito maior, logo, além do processo durar menos, também irá provocar menores lesões na pele. Outra vantagem será o tempo de recuperação, que será mais rápido”, diz Fenelon.

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Desembargadora diz que Supremo já aplica Reforma Trabalhista em suas decisões

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Durante evento em Brasília, magistrada e pesquisadora Magda Biavaschi palestrou sobre as decisões da justiça brasileira e os prejuízos das reformas propostas pelo governo e do congelamento dos gastos sociais

A desembargadora aposentada Magda Biavaschi, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT4), disse que o Supremo Tribunal Federal (STF) está se adiantando e reconhecendo possibilidades previstas da Reforma Trabalhista antes mesmo do projeto sancionado pelo presidente Michel Temer entrar em vigor. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (10), durante palestra realizada no Seminário Nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (CONTRATUH), realizado em Brasília (DF). A magistrada também pontuou a Justiça do Trabalho e a Constituição Federal como as próximas “vítimas” do mercado.

“A supremacia do negociado sobre o legislado, a terceirização do serviço público ou a relação das horas in tineres são alguns dos vários aspectos que foram incorporados pela Reforma Trabalhista, mas já estão nas decisões do Supremo. De certa forma, o STF está constituindo as condições materiais da própria reforma”, explica Biavaschi.

Para a desembargadora, a minoria dos ministros tem votado de acordo com o direito do trabalho, que tem princípios e fundamentos dentro da Constituição Federal. “Se o Supremo vier a decidir assim, com o voto contrário de somente dois ou três ministros, entenderemos que a Constituição Federal de 88 não é utilizada, mas sim a de 91, essencialmente liberal e que assegura a livre iniciativa”, coloca.

Biavaschi também acredita que existem “interesses profundos e perversos” entre os apoiadores das reformas propostas pelo governo. “Retiram a tela de proteção social, predominando no acordado com o patrão, achatam salários, transformam todos em autônomo e estabelecem castas entre os trabalhadores. Dessa forma, o país voltará ao Mapa da Fome e ao campo da miséria. E a Justiça do trabalho é a bola da vez, pois ela é um entrave para os defensores dessas reformas”, avalia.

 

Reformas no Brasil seguem tendência global

Durante o seminário, o secretário regional da União Internacional dos Trabalhadores na Alimentação (UITA), Gerardo Iglesias, explicou que reformas, como as aplicadas no Brasil, não são novidade e já ocorrem em vários países. “França e Espanha sofreram alterações trabalhistas semelhantes ao que acontece aqui, inclusive com os mesmos argumentos: regularizar economia e o mercado de trabalho para gerar emprego”, explica.

“Na prática, em nenhum lugar onde foram aplicadas essas reformas houve melhoria da economia ou geração de empregos, pelo contrário. Um estudo da Organização Mundial do Trabalho feito com 111 países mostrou que aqueles que modificaram suas leis trabalhistas desmontaram toda a proteção de direitos e hoje tem mais desemprego e uma situação econômica pior”, alerta Gerardo.

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Q Cultural faz noite dedicada ao blues e a música black

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Projeto traz para a próxima edição grandes nomes da cena musical brasileira

 Já é tradição, quinta-feira é dia de sair do trabalho, reunir a galera e curtir o happy hour mais democrático da cidade, o Q Cultural. Para a edição desta semana uma programação especial que não vai deixar ninguém parado, entre as atrações, grandes nomes do blues e do black brasiliense. As apresentações começam às 17h30, no estacionamento 6 do setor comercial sul.

Quem abre os trabalhos, no palco kombiando, é o Delta Boy Walt. Com sua performance única e visceral, o artista traz para o evento um espetáculo de musicalidade e emoção, com o melhor do blues de raiz. No palco Traços, é a vez da incrível Brazilian Blues Band encantar o público com seu show. Com mais de duas décadas de existência, o grupo carrega um excelente currículo de conquistas e serviços prestados ao gênero no Brasil, sendo uma das mais respeitadas do país e conquistando uma legião de fãs por onde passa.

Quem fecha a noite é o homem festa, DJ Chicco Aquino. Residente das maiores festas da capital como Makossa e Mistura Fina , Chicco promete levar todo o swing da música black para transformar o setor comercial sul num  grande baile. Com mais de 13 anos de carreira, o DJ é reconhecido pelo som dançante, envolvente e plural de suas pickups. Em sua trajetória, passagens por festivais nos Estados Unidos, Austrália, Canadá, Portugal e os mais importantes do país, como Universo Paralelo na Bahia.

A quinta conta ainda com o som do DJ Nagô, residente do evento e praça de food trucks com imensa variedade gastronômica.

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