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A formação do professor precisa ir além da universidade

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Psicopedagoga alerta sobre a importância da constante atualização dos docentes

A formação do professor deve ser compreendida como um processo dinâmico, contínuo e permanente, tendo como base um conhecimento aprofundado sobre o aprendiz/aluno. Para Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar, são três os aspectos de conhecimento que os professores devem observar para uma melhor atuação em sala.

O primeiro é o conhecimento psicopedagógico, que o ajuda a compreender melhor as técnicas e destrezas, permitindo assim, uma boa e correta atuação educativa. O segundo, é o conhecimento metodológico que possibilita conduzir satisfatoriamente as aprendizagens de acordo com cada faixa etária. E o terceiro, mas não menos importante, é conhecimento social, para adequar melhor à realidade educativa ao contexto sociocultural da escola e de seus alunos.

Para Ana Regina, apenas a formação acadêmica não é suficiente para que o professor atue em sala de aula. “O conhecimento da graduação precisa ser expandido, o professor precisa buscar novos conhecimentos, pesquisar e ter seu próprio acervo construído, para que tenha a possibilidade de relacionar teorias e escolher a ação prática mais adequada, refletindo sobre o que oferece como profissional ao seu aluno”, comenta.

Essa consciência por parte do docente, facilita a elaboração de suas aulas e da prática pedagógica executada com o aprendiz. Além de possibilitar maior flexibilidade e controle, se um imprevisto acontecer é preciso que o professor tenha habilidade para conduzir a situação. Para finalizar, a psicopedagoga lembra que professores devem manter esse processo ao longo de toda a vida acadêmica, é importante que ele tenha conhecimento de suas habilidades e limitações, avaliando diariamente sua prática pedagógica, com a intenção de melhorar o que é necessário.

“O exercício de ser professor é de compromisso com a formação de uma vida, que precisa ser cuidada e acompanhada durante o seu desenvolvimento para estabelecer boas relações e aprendizagens que possam multiplicar-se com a trajetória acadêmica de cada aprendiz. Por isso devemos estar sempre atentos e em um processo de atualização permanente”.

Começam nesta segunda-feira as inscrições do Encceja 2017

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Começam hoje (7) as inscrições para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2017. Ele é direcionado aos jovens e adultos que não tiveram a oportunidade de concluir seus estudos em idade própria. A prova ocorrerá em 22 de outubro.

As inscrições são gratuitas e vão até o próximo dia 18. Elas podem ser feitas exclusivamente na internet, pelo sistema de inscrição disponível no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Para participar do Encceja, o estudante precisa ter, no mínimo, 15 anos completos na data de realização do exame, para quem busca a certificação do ensino fundamental. Quem busca a certificação do ensino médio precisa ter, no mínimo, 18 anos completos na data da prova.

O exame tem quatro provas objetivas, cada uma com 30 questões de múltipla escolha, e uma proposta de redação. Na Página do Participante é possível se informar sobre as competências que serão cobradas na prova.

O Encceja Nacional oferece atendimento especializado, específico e auxílios ou recursos de acessibilidade, que devem ser solicitados durante a inscrição; eles estão listados no edital e na Página do Participante. Também é feito atendimento pelo nome social, para participante travesti ou transexual que quiser tratamento pela sua identidade de gênero. Nesse caso, ele deverá ser solicitado após o período de inscrição, entre 21 e 25 de agosto, pelo sistema de inscrição.

O Encceja para adultos sob penas privativas de liberdade e adolescentes sob medidas socioeducativas que incluam privação de liberdade no Brasil (Encceja Nacional PPL) têm edital, período de inscrição e data de aplicação específicos. Segundo o Inep, o edital do Encceja Nacional PPL será divulgado em breve.

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Oito dificuldades escolares que os pais precisam prestar atenção

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O segundo semestre do ano letivo começou. Para a maior parte dos estudantes é motivo para comemorar, rever amigos e voltar à vida normal. Porém, para algumas crianças e adolescentes estudar ou ir para a escola pode não ser tão divertido assim.

Por isso, com a ajuda da neuropsicopedagoga Viviani Zumpano e da neuropediatra, Dra. Karina Weinmann, preparamos uma lista de 8 sinais que podem indicar que o estudante está passando por alguma dificuldade que precisa ser avaliada:

  1. Notas ruins em todas as matérias: Se a criança ou adolescente era um bom aluno e de repente começa a apresentar queda do desempenho escolar em todas as matérias, é preciso ficar atento. “Os pais precisam avaliar se há problemas em casa, como divórcio, chegada de um irmão, morte de um parente, etc. Além disso, conversar sobre um possível bullying ou conflito escolar também é importante. Pensar em problemas de visão é uma boa ideia, já que quando a criança não enxerga bem isso pode levar a problemas em sua performance escolar”, destaca Viviane.
  2. Notas ruins em matérias específicas: A criança é ótima em português, mas tem um desempenho ruim em matérias que envolvem cálculos ou vice-versa. Cada dificuldade pode ser um sinal dos diferentes tipos de Transtornos de Aprendizagem, como a discalculia  ou dislexia.
  3. Desatenção: A atenção é uma habilidade que se desenvolve com o tempo. Porém, se há reclamações da escola em relação a isso é bom averiguar. A falta de atenção é um dos comportamentos relacionados ao Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), mas pode também ser consequência de um sono não reparador, ansiedade, estresse ou depressão.
  4. Agressividade: Se repentinamente a criança começa a apresentar comportamentos agressivos, bater nos colegas ou até mesmo a xingá-los, é um sinal de alerta. Bullying e problemas em casa podem ser a causa, assim como o TDAH ou ainda o Transtorno Opositivo Desafiador (TOD).
  5. Choro excessivo: Do mesmo modo que a agressividade, o choro pode indicar que a criança está passando por problemas com colegas, professores ou até mesmo com a família.
  6. Dificuldades no relacionamento: Crianças brigam e fazem as pazes no mesmo dia e é importante deixar que resolvam suas questões sozinhas. Mas, se a criança não consegue fazer e manter amizades, os pais devem procurar ajuda especializada. A dificuldade de interação social pode ser simplesmente timidez, como também indicar algum transtorno do desenvolvimento, como o autismo.
  7. Oposição excessiva: Por natureza, as crianças costumam desafiar pais e professores. Mas, se as reações são agressivas demais, se há resistência em aceitar regras, se incomodam os demais com suas atitudes e argumentam o tempo todo com os adultos, sem reconhecer sua responsabilidade perante um mau comportamento, os pais precisam procurar ajuda, uma vez que estes sinais podem indicar a presença do Transtorno Opositivo Desafiador (TOD), que costuma aparecer na idade pré-escolar, antes dos 10 anos. Vale lembrar que em 50% dos casos, o TOD e o TDAH acontecem juntos.
  8. Preguiça de estudar: Se não há nenhum explicação orgânica ou doença diagnosticada, a preguiça de estudar pode estar relacionada à falta de atribuições de responsabilidade em outros setores da vida da criança. “Atualmente, muitos pais não têm o costume de ensinar as crianças a terem tarefas e responsabilidades, como ajudar na arrumação da casa, ou organizar o próprio quarto, por exemplo. A única responsabilidade é estudar. Mas, como não aprenderam esses conceitos de deveres e direitos, alguns estudantes têm preguiça de estudar e acabam indo muito mal na escola” explica a especialista.

O que fazer?
Se você é pai ou mãe e identificou algum sinal na lista, o ideal é procurar ajuda especializada. “Quanto mais precoce é o diagnóstico, melhor é a resposta ao tratamento. Mais importante ainda é lembrar que não adianta medicar a criança. É preciso identificar a causa e procurar resolvê-la. Quando necessário são usadas terapias como fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicoterapia e neuropsicopedagogia”, aconselha.

“A fase escolar é um dos períodos mais marcantes na vida de uma pessoa. Por isso, precisamos estar atentos aos comportamentos das crianças e oferecer recursos que possam ser utilizados para que elas superem as dificuldades, principalmente quando o problema está mais ligado ao gerenciamento das emoções do que a alguma doença física”, conclui Viviani.

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UnB abre inscrições gratuitas para vestibular exclusivo para indígenas

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Estudantes que se autodeclararem indígenas poderão se inscrever gratuitamente em vestibular específico da Universidade de Brasília (UnB) , a partir de hoje (31), às 10h. De acordo com o edital, são 72 vagas distribuídas em 17 cursos de graduação, com aulas nos campus Darcy Ribeiro (Asa Norte), Ceilândia e Planaltina.

Oferecidas com parceria da Fundação Nacional do Índio (Funai), as vagas são para ingresso nos dois semestres de 2018. Somente podem concorrer a uma vaga candidatos que tenham cursado ou estejam cursando a maior parte do ensino médio em escolas da rede pública ou que sejam bolsistas da rede particular.

As vagas concentram-se nos cursos de Administração,  Ciência  Política,  Ciências  Sociais,  Comunicação Organizacional,  Direito,  Enfermagem,  Engenharia  Florestal,  Fisioterapia,  Gestão Ambiental,  Gestão  do  Agronegócio,  Jornalismo,  Licenciatura  em  Ciências  Naturais,  Medicina,  Nutrição,  Psicologia,  Saúde  Coletiva  e  Serviço  Social.

Até as 18h do dia 31 de agosto, os interessados deverão preencher um formulário no site do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe). Os candidatos que necessitarem de atendimento especial deverão informar o fato na inscrição e posteriormente enviar laudos e documentos que comprovem sua condição.

O processo seletivo será composto de duas fases. Além da prova objetiva e da redação, previstas para 28 de outubro, o candidato será avaliado por meio de documentação e uma entrevista. Na prova objetiva, serão cobrados conteúdos das disciplinas de Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa, Matemática, Biologia, Física, Geografia e História.

As fases serão realizadas nas cidades de Águas Belas (PE), Baía da Traição (P B) , Brasília (DF), Cruzeiro do Sul (AC), Lábrea (AM), Macapá (AP) e Manaus (AM).

Além do site, os candidatos poderão esclarecer dúvidas em uma central de atendimento do Cespe, de segunda a sexta, das 8h às 19h, no campus universitário Darcy Ribeiro ou pelo telefone (61) 3448-0100.

Foto: Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Inscrições para cursos técnicos gratuitos vão até a próxima semana

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Estudantes do ensino médio têm até a próxima segunda-feira (31) para se candidatar às vagas remanescentes do MedioTec, que oferece 107.465 vagas em 131 cursos técnicos gratuitos a alunos da rede pública de ensino.

Os interessados devem procurar a secretaria estadual de Educação para saber o calendário e orientações para a inscrição. Não há prova seletiva, nem são cobradas taxas.

Na página do MedioTec na internet é possível ter acesso à lista completa de cursos, com opções como técnicos em eletrônica, logística, segurança do trabalho, química, finanças, rede de computadores, açúcar e álcool, agricultura, agronegócio, guia de turismo, meio ambiente, jogos virtuais, cenografia, dança e teatro. Cada estudante pode se candidatar somente a um curso.

Os cursos técnicos terão início no segundo semestre. O curso é realizado em paralelo com o ensino médio, no contra turno.

Foto: Agencia Brasil

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Número de pessoas com deficiência em sala de aula aumenta, mas não é o suficiente

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Para especialista esse é só o começo de um longo trabalho que precisa ser feito

Dados coletados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), mostram que hoje existem 750.983 estudantes com algum tipo de deficiência convivendo com os demais alunos nas escolas de todo o Brasil. O número é 6,5 vezes maior que o apurado em 2005. Segundo Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar, esses resultados são reflexos de uma maior conscientização da população sobre o assunto, aliada as políticas públicas dos últimos anos, e são o começo de um longo caminho.

Outro fator que contribui para esse aumento, foi a Lei Brasileira da Pessoa com Deficiência (ou Estatuto da Pessoa com Deficiência), aprovada em 2015. A lei tem como objetivo assegurar e promover, em condições iguais, o exercício dos direitos e liberdades da pessoa com deficiência, visando essa inclusão social e cidadã.  Por isso, ela proíbe a cobrança de valores adicionais nas matrículas e mensalidades por parte das escolas particulares em casos de alunos com deficiência. “São números significativos, mas há muito trabalho a ser feito, não só por parte das escolas e da comunidade, mas também dos governantes. É necessário que continuem investindo em políticas públicas, conscientização e estrutura, para que essas pessoas tenham   acesso à educação igual aos demais”, comenta.

Apesar das boas notícias, Ana Regina alerta para as dificuldades da inclusão efetiva nas escolas, como a falta de capacitação por parte do corpo docente, que em sua grande maioria não está preparado para receber pessoas com deficiência. E a falta de conhecimento sobre as características das deficiências por parte dos alunos e do meio em geral, que também dificultam esse processo. “Como eu disse, estamos caminhando, mas precisamos melhorar em muitos aspectos. Quanto as escolas é fundamental que haja uma capacitação dos professores para atender esse aluno. E quanto aos alunos, é necessário que haja uma explicação, uma conscientização da turma sobre aquela deficiência, para que eles possam incluir aquela criança da melhor forma possível”, finaliza a especialista.

Infraestrutura

Apesar do aumento no número de matrícula de pessoas com deficiências em escolas de todo o país, o levantamento aponta que apenas 26% das escolas públicas são acessíveis, nas escolas particulares esse número sobre um pouco mais, 35%. O número é significativo, já que em 2011 ele era de 11%, mas segundo a psicopedagoga está longe de ser o ideal e muito precisa ser feito. “Hoje existem algumas políticas públicas e um trabalho maior de conscientização das pessoas em relação ao tema, isso tem ajudado nessas mudanças, mas infelizmente não é o suficiente”, esclarece.

 

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ENEM: Estudantes buscam formas diferentes de se preparar

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 A aplicação da prova mudou e o jeito dos alunos estudarem também. Hoje em dia, muitos jovens têm recorrido à ginástica cerebral, prática que turbina memória, concentração e raciocínio e ajudam a ter desempenho diferenciado
Todos os anos, milhares de alunos dedicam horas e mais horas estudando para realizar um sonho em comum: entrar na faculdade. Atividades preparatórias como simulados e revisões são regras básicas, mas o que muitos estudantes estão fazendo agora para conquistar um diferencial é treinar o cérebro.
A estimulação cognitiva aumenta a capacidade e a agilidade de nosso cérebro. Como? Por meio de desafios variados, constantes e crescentes, potencializamos nosso cérebro para responder com maior rapidez e consistência às demandas do dia-a-dia.
A prática está fundamentada na neurociência, no conceito de neuroplasticidade cerebral. “Esta é a capacidade que o nosso cérebro tem de se modificar de acordo com os estímulos, criando novas conexões entre os neurônios”, explica Solange Jacob, Diretora Pedagógica do Método Supera, uma rede de escolas de ginástica para o cérebro com 200 unidades em todo o Brasil.
Ela completa dizendo que esta é uma condição, e não uma habilidade do cérebro. Portanto, é possível aprender e desenvolver o cérebro durante toda a vida, sem limite de idade.
Prova disso é a aluna Esmaelen Vargas, de 18 anos, que está se preparando com cursinho pré-vestibular e treinando o cérebro no SUPERA Volta Redonda (RJ).
“Meu raciocínio e concentração melhoraram bastante desde que comecei a fazer exercícios para o cérebro. Agora também tenho mais agilidade, principalmente na hora de fazer as contas matemáticas. Temos pouco tempo para resolver todas as questões na hora da prova e sei que isso vai ajudar bastante!”, conta a estudante, que pretende prestar o ENEM para cursar Farmácia ou Ciências Biológicas. “Ainda estou decidindo”, diz.
Assim como ela, Gustavo Muraishi também relata que a ginástica para o cérebro o ajudou nos estudos. No caso do estudante, que fez o curso do SUPERA em Ribeirão Preto (SP), a prática foi decisiva para o ingresso na faculdade.
“Estudo para medicina há quatro anos e sempre fiz cursinho pré-vestibular. Como a minha mãe já conhecia o SUPERA, achamos que poderia contribuir para os meus estudos. Fiz quase um ano de SUPERA e fui aprovado em medicina na FAMP, em Goiás. Com o SUPERA, eu consegui me concentrar melhor nos estudos. As distrações não me tiravam atenção e eu conseguia ficar mais tempo estudando”, conta o aluno.
Como eu faço para treinar meu cérebro?
Cuidar da saúde está indo muito além dos exercícios físicos e da boa alimentação. As pessoas agora estão preocupadas em treinar o cérebro, para mantê-lo saudável e operando no máximo de sua capacidade.
E se você pensa que essa é uma atividade desinteressante, está muito enganado. No curso de ginástica para o cérebro, alunos de todas as idades exercitam a mente com atividades lúdicas e divertidas, como jogos de cartas, de tabuleiro, apostilas com exercícios cognitivos, dinâmicas em grupo, ábaco (um instrumento milenar para cálculos) e as neuróbicas (chamadas assim porque funcionam como uma atividade aeróbica para os neurônios).
Esta última ainda pode ser praticada em casa, no trabalho ou em qualquer outro lugar. Trata-se de atividades do cotidiano praticadas de uma maneira diferente, fazendo com que o cérebro da zona de conforto e, assim, fortaleça suas conexões.
“Alguns exemplos são: trocar de roupa com os olhos fechados, trocar o lugar que você se senta à mesa nas refeições, escovar os dentes com a mão não dominante, ver as horas no espelho, fotos de cabeça para baixo, fazer trajetos diferentes para chegar a um mesmo destino”, revela Solange Jacob.
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Inglês nas férias: Como as crianças podem aproveitar os dias de folga para aprender um idioma

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Marianthi Boutsiavaras, diretora do Centro de Idiomas Language Factory, fala da importância e dos benefícios da tecnologia e internet para o aprendizado de crianças e adolescentes

Muitos são os aplicativos e sites disponibilizados na internet que ensinam e educam a criança em um novo idioma: além de séries e filmes, também existem jogos que estimulam a curiosidade e o interesse dos pequenos. O uso destes recursos, quando orientado corretamente e sob a supervisão de um adulto, pode trazer resultado positivo. As férias pode ser momento ideal para testá-los.

Segundo um estudo da TIC KIDS ONLINE, divulgado em 2016 pelo CETIC.br, Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação, vinculado à UNESCO, cerca de 35% das crianças brasileiras, com idade entre nove a 17 anos, têm acesso a tablets, smartphones ou notebooks, e 41% delas têm computadores em casa com acesso à internet. “Esses números são muito expressivos, e por isso, é necessário se integrar e adaptar a esta realidade, oferecendo aos filhos opções de atividades construtivas e relevantes.”, enfatiza a diretora.

O Language Factory separou algumas dicas de apps e sites para crianças e adolescentes aproveitarem, levando em consideração diversão e conhecimento. “O mais importante é que essas atividades podem ser realizadas individualmente ou em duplas, envolvendo a família toda”, explica Marianthi.

  • Aprimorar pronúncia e conversação

 O English Conversation é um aplicativo indicado para quem busca desenvolver a pronúncia e conversação. São mais de 200 atividades, entre eles exercícios de áudio que têm como propósito melhorar a habilidade de escutar e conversar. Também conta com testes que ajudam a melhorar a compreensão de contextos em outro idioma.

  • Aprender brincando

 Para atrair a atenção dos pequenos, a indicação é o ELS games. O conteúdo do site é variado com opções de jogos para diversos níveis de interesse e de conhecimento. Tem games para brincar sozinho ou em dupla, como caça-palavras, campo minado, quiz, entre outros.

  • Escutar sua música favorita e aprender o idioma

 O Lyrics Training é ideal para os adolescentes que gostam de música internacional. O conteúdo está disponível em formato de site e APP. Funciona da seguinte forma: o usuário escolhe a música de preferência e, de acordo com seu nível de conhecimento, uma parte da letra da música é escondida, forçando o internauta a completar as palavras que faltam. Essa prática estimula, audição, pronúncia e vocabulário.

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