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Autismo: aprenda a identificar os 3 primeiros sinais do transtorno

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Child Behavior Institute dá orientações para diagnóstico precoce e faz campanha solidária em agosto

O olhar ausente, o vocabulário limitado, o isolamento social e as crises comportamentais são apenas algumas das características que as pessoas com autismo podem apresentar. Cada um dos dois milhões de brasileiros com o transtorno – sendo 600 mil crianças e adolescentes – tem características e necessidades diferentes. O que todos têm em comum é o fato de que, quanto mais cedo o diagnóstico e intervenção, mais eficiente é o tratamento e menores as limitações, segundo o psiquiatra Gustavo Teixeira, fundador do CBI (Child Behavior Institute) of Miami, que oferece cursos sobre os transtornos de comportamento infantis e da adolescência.
unnamedOs primeiros sinais do distúrbio podem ser percebidos na fase entre um e dois anos. “Se a criança não fala, não aponta para objetos e não olha nos olhos dos pais, ela precisa ser avaliada por um médico”, aponta o especialista em saúde mental infantil e psicoeducação.
Não existem exames laboratoriais para fazer esta identificação. A avaliação é o diagnóstico clínico e o tratamento é multidisciplinar: envolve de terapeuta a fonoaudiólogo e mediação escolar. É fundamental, então, a difusão de conhecimento, para que pais, professores e profissionais de saúde possam oferecer as melhores condições para o desenvolvimento da criança. “A informação diminui o preconceito e faz com que as pessoas busquem ajuda e tenham ferramentas para lidar com o autismo”, salienta João Roberto Magalhães, também fundador do CBI of Miami.
O Instituto ministra cursos on-line sobre problemas comportamentais que atingem cerca de 10% a 20% das crianças e adolescentes – como o famoso “Reizinho da casa”, déficit de atenção, agressividade, dificuldade de aprendizagem, depressão e suicídio. Os treinamentos são dados por especialistas nos temas e abordam as novidades sobre as patologias, suas características, o impacto na vida das famílias e amigos e, claro, os tratamentos.
Desde sua criação, em fevereiro de 2016, 10 mil alunos já foram certificados peloCBI of Miami. “O ambiente virtual permite um treinamento de alta qualidade a um preço baixo. Desde o pai ou professor que mora em cidade pequena ao médico que não consegue se locomover para um evento presencial, todos têm acesso ao melhor curso”, enfatiza Teixeira.
Campanha Agosto Solidário
Para disseminar ainda mais o conhecimento, o CBI of Miami realiza a campanha “Agosto Solidário”. Todos os inscritos durante o mês pagarão mensalidades fixas de R$ 27, independentemente da duração do treinamento, que pode ser de 12 a 24 meses. As inscrições podem ser feitas pelo site.
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Meditação ajuda na saúde física e espiritual

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Técnicas de respiração e mentalização podem reduzir o estresse do dia a dia e gerar uma conexão maior com a espiritualidade

A meditação é uma prática que possui diversos benefícios já conhecidos, como a redução da ansiedade e da pressão arterial, até uma melhor performance no trabalho, ao alinhar corpo e mente em prol de uma vida saudável. A Kabbalah, tradição milenar que busca entender o mundo e promover uma vida plena, também usa a meditação em sua prática. O rabino Joseph Saltoun explica sua importância nos dias atuais e como unir meditação e espiritualidade: “a meditação pode ser considerada uma terapia espiritual porque tudo está registrado em nosso inconsciente, sejam atributos de personalidade, forma de comportamento, e até memórias de sentimentos inconscientes de vidas passadas que afetam nossa vida atual”.

Segundo ele, por meio dessa reflexão, é possível entender as emoções e exercitá-las até que se tornem algo positivo, auxiliando no amadurecimento pessoal.

Um dos exercícios básicos da meditação é a “respiração consciente”, e esta ajuda a acalmar os pensamentos e a extrair a energia do estresse do corpo, trazendo calma e equilíbrio, emocional e mental.  Ao eliminar esses desconfortos, prevalece o bem-estar e a autoestima, que são gatilhos para o aumento de prazer e satisfação, colaborando para uma existência mais centrada e a conquista de melhoras na saúde.

O rabino explica que os impactos da meditação na vida de quem a pratica são bem perceptíveis. “Nos sentimos mais amorosos e adquirimos uma visão mais feliz pela vida e principalmente pelo outro. Pessoas que praticam meditação regularmente param de criticar e condenar os outros e a si mesmos com severo julgamento”, diz Joseph, que complementa dizendo que “amar ao próximo começa com a se amar primeiro. Com a energia de amor, podemos curar todas as doenças, pois a vida é resultado de amor”.

A Kabbalah ensina a como crescer e evoluir espiritualmente, e isso se dá também com o auxílio da meditação. Joseph diz que é preciso “reprogramar a forma que nós reagimos às situações que encontramos ao longo de nossa vida, e em vez de reparar apenas nos problemas, comecemos a ver as oportunidades que ela nos providencia” e finaliza dizendo que “a meditação é fundamental para esse processo, porque ajuda a alterar a visão em relação à vida e a tudo que ela oferece”.

Meditação, técnicas como Ho’oponopono, limpeza mental e outros temas serão abordados por Joseph Saltoun e outros palestrantes no 2º Congresso Brasileiro de Kabbalah, que acontece nos dias 26 e 27 desse mês, no San Marco Hotel, Salão Rafaello (Setor Hoteleiro Sul – Quadra 05 – Bloco C – Asa Sul – Brasília | DF). As inscrições podem ser feitas pelo site: https://goo.gl/DqVTD8 .

Sobre Joseph Saltoun – Joseph Saltoun, rabino, escritor e estudioso espiritual, é um dos principais guias do estudo da Kabbalah (Cabalá) em nossos tempos. Em 1982, aos 22 anos de idade, ele foi iniciado nesta Sabedoria Divina.

Desde então, ele tem ensinado em muitos países, e ao mesmo tempo escrevendo e publicando livros em diferentes idiomas. No Brasil, dirigiu o Centro de Estudos de Kabbalah, SP, nos anos 1997-2004. Atualmente, reside no Canadá e viaja o mundo passando seus ensinamentos espirituais da Kabbalah aos grupos de estudos.

Entre os livros publicados pelo Rabino Joseph Saltoun estão “Kabbalah e Prosperidade – A arte de viver uma vida próspera e sustentável”; “Nos Passos do Hebreu – Uma viagem ao Egito, Jordânia e Israel ao espírito da Cabalá”; “O Despertar da Consciência”; “Portal das Reencarnações”; “Orações kabbalista, a Arte de Orar segundo a Cabalá”; “Reencarnação”; “Árvore da Vida”; “A Kabbalah e as Chaves Secretas do Universo”; “Áudio da Prosperidade”; “Hagadá de Pêssach”; “Alma Gêmea” (áudio); “Astrologia – A Arte de Viver Bem” (apostila). Todos eles podem ser adquiridos pela loja virtual: http://www.josephsaltoun.com.br/loja.

PROGRAMAÇÃO:

Sábado, 26 de Agosto:

10h – Palestrante: Joseph Saltoun: “Kabbalah na Era Messiânica”.
14h – Palestrante: Adriana Finkelstein: “A Tenda de Sarah – A mulher na Kabbalah”
15h – Palestrante: Regina Tavares: “Ho’oponopono – O Processo de Limpeza Mental – à Luz da Kabbalah”
17h30 – Palestrante: Rivkah Jacqueline Godeck: “Astrologia Kabalística – Aspectos Gerais”

Domingo, 27 de Agosto:

9h – Palestrante: Joseph Saltoun: “As letras hebraicas e Meditação”.
9h45 – Palestrantes: Antônio Luiz Rosa e Bruno Padoveze: Kabbalah Interna: “A Árvore da Vida e o Caminho Iniciático”
10h30 – Palestrante: Carlos Henrique Arouca: “Kabbalah, Xamanismo e Ervas Medicinais”
14h – Palestrante: Rivkah: “Astrologia Kabalística – Aspectos Práticos”
15h – Adriana Finkelstein: “O Calendário Cabalístico –  O GPS da Alma”
17h – Painel dos Palestrantes
18h – Encerramento com Joseph Saltoun.

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Rebeldia sem causa pode ser sinal de alerta para Transtorno Desafiante Opositor (TDO)

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Transtorno pode atingir até 16% de crianças e adolescentes. Pico dos sintomas acontece entre 8 e 11 anos. 

Quando o assunto é desenvolvimento infantil, muitos pais podem ter dúvidas sobre o que está dentro da normalidade ou não. Por natureza, as crianças costumam ser espontâneas e questionadoras, principalmente depois dos três anos de idade. Birras e alguns maus comportamentos fazem parte da infância e da adolescência. Porém, quando essas atitudes são constantes e interferem na vida escolar, familiar e nos relacionamentos, é preciso prestar atenção.

Essa rebeldia, aparentemente sem causa, pode indicar uma condição conhecida como Transtorno Desafiante Opositor (TDO). Segundo Dra. Karina Weinmann, neuropediatra e cofundadora da NeuroKinder, o TDO é classificado como um transtorno disruptivo que se caracteriza por um padrão de humor irritável, comportamento argumentativo/desafiador e vingativo. A prevalência global é estimada entre 5 e 16% de crianças e adolescentes até 18 anos.

“São aquelas crianças ou adolescentes que discutem de forma excessiva com os adultos, não assumem a responsabilidade pelo mau comportamento, incomodam as outras pessoas, têm dificuldade em aceitar regras e autoridade, perdem o controle emocional se suas vontades não forem cumpridas e tem um comportamento vingativo”, diz a médica.

Birras e teimosia são sinais de alerta
O diagnóstico é um desafio e precisa ser muito criterioso. “A frequência dos sintomas é muito importante, já que muitos comportamentos do TDO são comuns no desenvolvimento infantil. Para as crianças com menos de cinco anos de idade, os comportamentos devem acontecer na maioria dos dias, por um período de pelo menos seis meses, com exceção do comportamento vingativo. Para os maiores de cinco anos, os comportamentos devem estar presentes pelo menos uma vez por semana, por pelo menos seis meses, também com exceção do comportamento vingativo”, explica Dra. Karina.

Em geral, o TDO costuma se manifestar a partir dos três anos, com surtos de teimosia. As birras entre quatro e cinco anos são frequentes, assim como questionamentos a partir dos seis anos. Porém, o pico dos comportamentos típicos do TDO acontece entre os oito e onze anos de idade.

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Tecnologia a laser permite a remoção de desenhos na pele

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Umas são grandes, outras pequenas, algumas preto e branco, outras carregadas de uma imensidão de cores, as tatuagens fazem a cabeça das pessoas. Mas, é preciso cuidado e atenção na hora de escolher um desenho que ficará marcado na pele para o resto da vida. Muitos se arrependem ou o que foi escolhido em uma determinada época não condiz mais com o momento atual, e então vem a decisão de retirar a tatuagem.

Uma das últimas novidades para esse tipo de processo é o laser Picosure. O equipamento utiliza impulsos que são 100 vezes mais curtos que os antes utilizados com o laser de nanossegundos. Em função dessa velocidade, agora, é possível “quebrar” também os pigmentos mais claros, convertendo-os em minúsculas partículas facilmente eliminadas pelo organismo. “Ele também atua com maior facilidade em cores como o azul e o verde, até então de difícil remoção”, afirma o dermatologista Ricardo Fenelon.

O tempo de tratamento depende de fatores como o tamanho e a idade/tempo que o desenho tem na pele, o tipo de tinta utilizado, a profundidade do pigmento e as cores presentes na tatuagem. No caso de tatuagens pretas o procedimento pode variar de três a seis sessões para serem removidas, enquanto as coloridas necessitam de um número maior, de oito a dez sessões.

O dermatologista ressalta que esse avanço na dermatologia permitirá resultados satisfatórios para quem deseja eliminar algum rabisco da pele. “A diferença dessa tecnologia para as demais é que a incidência do laser na pele é muito mais rápida e seu poder de destruição é muito maior, logo, além do processo durar menos, também irá provocar menores lesões na pele. Outra vantagem será o tempo de recuperação, que será mais rápido”, diz Fenelon.

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IMEB lança nova campanha institucional

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Com o slogan “Cuide-se! Seus melhores momentos precisam de você”, a ação tem como foco a prevenção e os cuidados com a saúde

O IMEB (Imagens Médicas de Brasília) lançou essa semana uma nova campanha publicitária institucional. Com o slogan “Cuide-se! Seus melhores momentos precisam de você”, a clínica de Medicina Nuclear e de Radiologia visa chamar a atenção para a prevenção e para os cuidados com a saúde. Quem assina o conceito do trabalho é a Proativa Comunicação.

Na prática, a campanha se utiliza de cenas do cotidiano e de lazer vivenciadas entre membros de diferentes gerações de uma família: pais, mães, filhas, filhos, avós e netos. “Nosso objetivo é destacar que, para usufruirmos dos momentos simples da vida, precisamos estar saudáveis. Para isso, é necessário ficarmos atentos aos cuidados com nosso corpo e nos dedicarmos à prevenção”, explica o médico nuclear e diretor do IMEB, Dr. Renato Barra.

As peças trazem ainda o protagonismo de um casal homoafetivo e sua filha, como parte integrante de uma sociedade, cujo respeito às diferenças deve ser regra. Dessa forma, segundo o diretor de arte da agência, Vinícius Souza, a campanha busca mostrar que, para além dos cuidados com o corpo, a saúde de uma sociedade também está relacionada com a aceitação da diversidade. “O respeito ao outro é um princípio elementar neste movimento de construção de uma sociedade menos hipócrita e mais colaborativa”, ressalta.

A campanha do IMEB circulará nos principais veículos de comunicação de Brasília – impressos, rádios, sites, bem como em busdoors, painéis e frontlights, além das redes sociais da instituição.

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Projeto Homeopatia para Todos oferta curso de Terapeuta Homeopata no DF

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O projeto Homeopatia para Todos começou em 1986, com o objetivo de atender, prioritariamente, comunidades carentes no entorno de Brasília. Contudo, desde 1990, o idealizador do projeto, professor Milton Bezerra de Sousa tem direcionado os atendimentos às comunidades estudantis de baixa renda e há cerca de sete anos vem ampliando o projeto para todas as escolas de Brasília.

Em todos estes anos, o projeto já realizou mais de 100.000 atendimentos. Se mantendo sem nenhum auxílio oficial do governo, apenas pelo pagamento das mensalidades dos cursos, consultas particulares, colaborações e doações voluntárias. O programa é direcionado para a comunidade estudantil (alunos – e familiares; servidores e professores) do Guará I, mas atende também pessoas de outras Regiões Administrativas de Brasília como Águas Claras, Candangolândia, Ceilândia, Estrutural, Núcleo Bandeirante, Taguatinga e Vicente Pires, Asa Sul e Itapoã.

Atualmente, o uso da homeopatia tem ajudado a equilibrar e reestruturar o ser humano, estimulando a compreensão sobre os seus benefícios e permitindo utilizar esse ramo da ciência a favor de interesses como: entender uma enfermidade ou patologia presente no organismo; o tratamento de doenças ou dependências com medicamentos mais naturais, que aliam a utilização da energia de cada composto químico às inovações da ciência; a adoção de um estilo de vida saudável por meio de compostos homeopáticos; além do autoconhecimento ou profissionalização na área.

Segundo o coordenador do projeto dr. Milton, com o aumento da demanda, eles viram a necessidade de capacitar pessoas para atuarem no projeto por meio do curso de Formação de Terapeuta Homeopata – Não médico. “Atualmente concluímos a 11ª turma em dezembro de 2016.  E iniciaremos a 12ª turma em agosto. Já foram mais de 450 alunos que se capacitaram na função de Terapeuta Homeopata, entre psicólogos, médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, advogados, professores, militares, donas de casa e estudantes, dos 18 aos 85 anos,” afirma.

O local das aulas será na Fundação José de Paiva Netto, SGAS 915, Lote 74 B, Asa Sul, Brasília/DF. A referência é a LBV – Templo Boa Vontade. Sempre no primeiro sábado de cada mês, das 8h30 às 18h00.  O curso terá duração de dois anos e meio e termina em dezembro 2019. De acordo com uma das idealizadoras Maria Lúcia, após o curso serão oferecidos aos participantes estágio dentro do projeto “Homeopatia Para Todos”, e prática na farmácia Farmagreen, parceira do projeto.

De acordo com o idealizador, o curso Formação de Terapeuta Homeopata – Não médicos, busca oferecer embasamento teórico-prático com uma visão holística e espiritualista para os que já trabalham ou pretendem trabalhar na área de Terapia Integrativa. “É necessário que os alunos tenham uma visão que vá além do campo teórico, das informações técnicas, que conquistem um olhar crítico e renovador, que tenham um entendimento maior sobre a real condição existencial humana e que, por isso, possam oferecer mais do que paliativos ou pretensas curas milagrosas, por isto tudo, estaremos trabalhando de forma especial a disponibilização de profissionais que possam oferecer às pessoas que se mostram cansadas, decepcionadas ou descrentes da chamada medicina oficial (alopatia) e que, por isto, buscam alternativas mais naturais, holísticas e de menor custo para cuidar de sua saúde”, explica o condutor do curso professor Milton Bezerra de Sousa.

Falta de hidratação durante os exercícios pode ser prejudicial à saúde

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Hidratação durante os treinos evita ocorrência de cãibra, queda de desempenho e aumento da temperatura corporal

 Aliar água e atividade física é uma combinação perfeita, mesmo não sendo bem aceita por algumas pessoas. Durante os exercícios, há perca de líquidos através do suor e transpiração, portanto o consumo de líquidos (água ou sucos naturais) são favoráveis para a saúde. Quem deixa de consumir pode provocar alguns problemas como cãibra, queda de desempenho, aumento da temperatura corporal que se não controlado pode levar a risco de choque, estado de coma e até mesmo a morte.

O nutricionista e preparador físico André Santos, da Academia Acuas Fitness, aconselha os atletas a beberem pelo menos 1 litro de água, caso a pessoa não goste de ingerir líquido durante os exercícios, é aconselhável começar o treino bem hidratado. “A hidratação é fundamental para controlar a temperatura corporal, é capaz de prevenir cãibras, reduzir a perda de força durante os treinos, diminuir frequência cardíaca e percepção subjetiva de esforço. Ou seja, atletas desidratados chegam à fadiga mais rápido”, destaca André.

O especialista sugere alguns líquidos que podem ser favoráveis para os atletas na hora da hidratação. “Bebidas eletrolíticas (ou isotônicas) são recomendadas a atletas com perda hídrica acentuada, porém é importante fazer uma avaliação individual para saber a real necessidade de reposição”. São recomendadas também águas saborizadas com gengibre, hortelã, frutas, chás (sem efeito diurético), água de coco, bebidas eletrolíticas e até sucos.  “Use sempre garrafinha de água e deixe-a a vista. É a melhor maneira de controlar a quantidade de água ingerida”, finaliza o especialista.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Apenas 40% das crianças são amamentadas exclusivamente até os 6 meses

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A Semana Mundial de Amamentação começou hoje (1°) e vai até o dia 7 de agosto com o objetivo de incentivar o aleitamento materno e, com isso, melhorar a saúde dos bebês. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a amamentação é uma das formas mais eficazes de garantir a saúde e a sobrevivência dos recém-nascidos. Se toda criança fosse amamentada desde o nascimento até os 2 anos, mais de 800 mil vidas seriam salvas anualmente, estimam as entidades.

A OMS e o Unicef recomendam a amamentação imediata após o nascimento e o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de vida do bebê. Após o primeiro semestre, deve-se incluir alimentos nutritivos como complementação ao leite. Posteriormente, até os 2 anos de vida da criança, o leite materno deverá servir como complemento à alimentação.

O levantamento global de amamentação, que avaliou 194 nações, descobriu que apenas 40% das crianças menores de 6 meses são amamentadas exclusivamente (sem nada além de leite materno) e apenas 23 países têm taxas de amamentação exclusiva acima de 60%. No Brasil, 39% das mães amamentam seus filhos exclusivamente até os 6 meses de vida, segundo o estudo do Unicef e OMS.

Mais de 120 países participam dos eventos e celebrações que neste ano têm como tema “trabalhando juntos para o bem comum”. O objetivo é mostrar a importância da sociedade, em especial dos médicos e outros profissionais da saúde, de trabalhar juntos para identificar os métodos eficazes e superar os desafios comuns na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno.

Investimento

O levantamento foi lançado hoje juntamente com uma nova análise que demonstra que é necessário um investimento anual de apenas US$ 4,70 por recém-nascido para aumentar a taxa global de amamentação exclusiva entre crianças menores de 6 meses para 50% até 2025, o que poderia gerar US$ 300 bilhões em ganhos econômicos. Um dos compromissos dos Estados-membros das Nações Unidas, como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, é aumentar a taxa de aleitamento materno exclusivo até 50% até 2030.

Segundo a OMS, em cinco das maiores economias emergentes do mundo – China, Índia, Indonésia, México e Nigéria – a falta de investimento na amamentação resulta em aproximadamente 236 mil mortes de crianças por ano e US$ 119 bilhões em perdas econômicas. Para a organização, globalmente, o investimento na amamentação é muito baixo.

“A amamentação é um dos mais efetivos e rentáveis investimentos que as nações podem fazer na saúde de seus membros mais novos e na futura saúde de suas economias e sociedades”, disse o diretor-executivo da Unicef, Anthony Lake, em comunicado. “Ao não investir na amamentação, estamos falhando com mães e bebês e pagamos um preço duplo: em vidas perdidas e em oportunidades perdidas”.

A amamentação traz benefícios cognitivos e de saúde para bebês e suas mães. É especialmente necessário durante os primeiros seis meses de vida, ajudando a prevenir a diarreia e a pneumonia, duas principais causas de morte em lactentes. Já as mães que amamentam têm um risco reduzido de câncer de ovário e mama, duas principais causas de morte entre as mulheres.

Agosto Dourado

A partir deste ano, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) lança a campanha Agosto Dourado, de estímulo ao aleitamento materno. Serão 31 dias, a partir desta terça-feira (1º), de sensibilização de profissionais e da população em geral para a importância do ato de amamentar, buscando o apoio e o estímulo a esse gesto. Além disso, a SBP também quer apoio à mudança na legislação para que seja ampliado o período de licença-maternidade para seis meses, o que possibilitaria à mulher praticar o aleitamento exclusivo de seu filho.

Primeira vacina

Desde 1992, a OMS realiza a Semana Nacional de Amamentação em diversos países. Este ano, as emissoras de rádio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) prepararam um especial com cinco reportagens que serão veiculadas diariamente a partir hoje até a próxima segunda (7), na primeira edição do Repórter Nacional. Ele vai ao ar a partir das 7h nas rádios Nacional de Brasília, Nacional do Rio de Janeiro e Rádio Nacional da Amazônia. Os conteúdos também estarão disponíveis na página da Radioagência Nacional.

Na primeira reportagem, a nutricionista e pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Gisele Noronha, destaca que o leite materno é a primeira vacina do bebê. “Não existe no mundo alimento igual a ele. Ele é totalmente completo e dá tudo o que um bebê precisa, tanto em relação à sua composição nutricional, quanto pelo aspecto imunológico”, explica.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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Pesquisa indica que 76% dos hospitais não têm condições de atender pacientes com AVC

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Uma pesquisa do Conselho Federal de Medicina (CFM) com médicos neurologistas e neurocirurgiões de todo o Brasil indica que 76% dos hospitais públicos onde eles trabalham não apresentam condições adequadas para atender casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC). Apenas 3% dos serviços avaliados pelos médicos têm estrutura classificada como muito adequada e 21% como adequada, de acordo com estudo divulgado hoje (31).

O CFM ouviu 501 médicos que trabalham em serviços de urgência e emergência de unidades de saúde pública de todo o país. Eles responderam a um questionário sobre a situação do atendimento a pacientes com AVC, considerando critérios como o acesso exames de imagem em até 15 minutos, disponibilidade de leitos e medicamentos específicos, triagem dos pacientes identificados com AVC de forma imediata, capacidade numérica e técnica da equipe médica especializada e  qualidade das instalações disponíveis, entre outros pontos baseados em parâmetros internacionais e nacionais de atendimento ao AVC.

A percepção da maior parte dos médicos entrevistados aponta que as unidades públicas de saúde nem sempre estão preparadas para receber de forma adequada um paciente com sintomas do AVC, apesar de ser uma doença grave que está entre as principais causas de morte em todo o mundo.

“Nós fomos atrás dessa percepção em virtude do Acidente Vascular Cerebral ser a segunda principal causa de morte no Brasil, um dado epidemiológico. E é a principal causa de incapacidade no mundo e no Brasil, gerando inúmeras internações”, disse Hideraldo Cabeça, neurologista responsável pela pesquisa e coordenador da Câmara Técnica de Neurologia e Neurocirurgia do CFM.

Infraestrutura de atendimento é inadequada

Segundo a pesquisa, a infraestrutura de atendimento a casols de  AVC é inadequada em 37% dos serviços e pouco adequada em 39%, totalizando 76% de serviços que não se enquadram totalmente nos protocolos de atenção ao AVC estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

Entre os itens essenciais que não estão disponíveis em mais da metade das unidades de saúde figura a tomografia em até 15 minutos e o acesso ao medicamento trombolítico, usado para dissolver o sangue coagulado nas veias do cérebro.

“Você não ter o uso do trombolítico em 100% dos serviços é um problema sério. Se o mesmo indivíduo chegar em locais diferentes, em um ponto ele vai ter atendimento próximo daquele que é recomendado e em outro local não. E se tem o trombolítico, tem local para fazer? Ele vai fazer na maca ou de forma respeitosa em um leito apropriado?”, questionou o neurologista.

A pesquisa aponta ainda que em 66,4% das unidades não havia apoio adequado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). E em 87,9% dos hospitais não havia número suficiente de leitos para a demanda de AVC.

“Nosso objetivo é atender rápido e trazer menos prejuízos. Quanto menor o tempo de atendimento, maior a chance de menor sequela. Se você atende em um curto tempo, você aumenta a chance de benefício e recuperação desse indivíduo e seu retorno à sociedade” afirmou Hideraldo.

A rapidez no atendimento fez a diferença para a recuperação do treinador de futebol Ricardo Gomes. O então técnico do Vasco da Gama sofreu um AVC hemorrágico em 2011 na beira do campo, em um jogo contra o Flamengo. Ele foi prontamente atendido.

Seis anos após o acidente, Gomes ainda faz reabilitação para amenizar as sequelas, mas retomou sua rotina de trabalho. O caso do técnico é lembrado em campanhas de conscientização promovidas pela Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares e outras associações médicas.

Mortes e sequelas

Conhecido popularmente como derrame ou trombose, o AVC ocupa o segundo lugar no ranking de enfermidades que mais causam óbitos no Brasil, atrás apenas das doenças cardiovasculares. Segundo o Ministério da Saúde, em 2014, último ano em que há dados disponíveis, morreram no país mais de 99 mil pessoas.

Os estados da região Norte são os que apresentam a maior incidência da mortalidade por AVC no país. Só no Amapá, de 2008 a 2014 houve aumento de 89,7% no número de mortes por AVC.

No ano passado, quase 177 mil pessoas foram internadas para tratamento de AVC no Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o país. Quase 30 mil pacientes tiveram alta da internação por óbito. Se a tendência registrada até 2014 permanecer, a mortalidade poderá atingir novamente este ano o equivalente a mais da metade dos pacientes que passaram pelo SUS.

O AVC também é a primeira causa de incapacidade funcional no país e no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O paciente atingido pelo AVC pode ficar com sequelas como dificuldade para se locomover, falar, sofrer paralisia em um dos lados do corpo e perda de algumas funções neurológicas, entre outras.

Existem dois tipos de AVC, o hemorrágico, em que ocorre rompimento de artérias e sangramento no cérebro e o isquêmico, tipo mais frequente que representa 80% dos casos e é caracterizado pelo entupimento das artérias por um coágulo.

De acordo com os especialistas, a diferenciação imediata pelo médico entre um tipo e outro de AVC é determinante no sucesso do tratamento e na reversão de possíveis sequelas. A identificação na maioria das vezes é possível por meio do exame de tomografia ou pela ressonância magnética, dependendo do caso.

Capacitação

A disponibilidade de recursos humanos também foi considerada como inadequada (28%) ou pouco adequada (44%) em 72% dos hospitais onde atuam os especialistas que foram alvo da pesquisa. Os médicos entrevistados relataram que, em 69,6% dos serviços, não há equipes médicas em quantidade suficiente para atender os pacientes e que, em quase 50% dos serviços, não há oferta de treinamento para a equipe médica e multidisciplinar.

“É fundamental que neurologistas sejam capacitados para atender AVC. Existem no Brasil de 6 a 8 programas de especialização do neurologista em AVC, mas isso ainda é pouco diante do desafio que a doença requer. Outro ponto é a carência de recursos para pesquisa científica em AVC. A gente precisa testar os remédios que estão disponíveis no país, que são diferentes muitas vezes dos remédios usados lá fora. E precisa de pesquisas mais voltadas para a realidade nacional”, explica Octávio Marques Pontes Neto, presidente da Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares (SBDCV).

Entre os poucos serviços que foram avaliados na pesquisa do CFM como muito adequados no país, está o do Hospital das Clínicas (HC), da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto (SP). A capacitação dos profissionais e o tratamento do AVC como prioridade estão entre os motivos para a região atendida pelo hospital ter índices mais baixos de morte pela doença.

“A Organização Mundial da Saúde recomenda que – da porta do hospital até o início do tratamento trombolítico – o atendimento seja feito em no máximo 60 minutos. A gente conseguiu aqui no HC baixar esse tempo médio pra 29 minutos. É um hospital público, com todas as dificuldades, tem leito no corredor, mas a gente estruturou o atendimento, organizou e treinou todo mundo”, explicou Marques, que também é professor e chefe do Departamento de Neurologia Vascular do HC.

A cidade ainda conta com uma rede de atenção à urgência e regulação médica estruturada desde 2000, o que garante a rapidez do atendimento. “O paciente de AVC não pode ir de carro para o hospital, ele tem que ser orientado a ligar para o 192, porque o Samu já sabe qual o hospital naquela região que atende AVC e pode pré notificar o hospital”, explica Marques.

O hospital supera também os índices de oferta do medicamento trombolítico. Enquanto no Brasil estima-se que de 1,5% a 2% dos pacientes com AVC recebem o medicamento, na regional atendida pelo HC de Ribeirão Preto, em torno de 6 a 8% dos pacientes têm acesso ao tratamento.

Linha de cuidado

Em 2012, o Ministério da Saúde instituiu a Linha do Cuidado do AVC para a  Rede de Atenção às Urgências e Emergências. Por meio da portaria 665, foi criado um manual de rotinas com orientações e critérios de atendimento ao AVC.

Desde o lançamento da linha de cuidado, o Ministério da Saúde credenciou 51 unidades no país como habilitadas para atender casos de AVC. Contudo, o presidente da SBDC alerta que seriam necessários pelo menos 200 unidades credenciadas em todo o território brasileiro por conta da  dimensão do país.

“A estimativa da Organização Mundial de Combate ao AVC (World Stroke Organization) é de que, para cada 100 mil habitantes, precisaria de pelo menos 5 mil leitos. A unidade AVC é a principal intervenção na redução de mortalidade e incapacidade por AVC”, explicou o médico.

Prevenção

O Conselho Federal de Medicina vai compartilhar os resultados da pesquisa com os conselhos regionais, que encaminharão o documento às secretarias de saúde estaduais e municipais. O objetivo é alertar os gestores locais para que melhorem a estrutura de atendimento a fim de reduzir o número epidêmico de óbitos e pessoas incapacitadas.

“AVC tem tratamento, mas é uma emergência médica, o tratamento é extremamente efetivo, mas se for dado nas primeiras horas. Depois de 24 horas não tem mais o que fazer, na verdade é tratar a sequela e evitar complicação”, afirma Marques.

Além de recomendar a melhora na gestão do serviço de emergência e a ampliação das unidades credenciadas, com a incorporação de novas tecnologias, os especialistas ressaltam que a conduta dos pacientes também tem impacto na prevenção dos casos de AVC.

Os médicos alertam que é necessário fazer controle periódico de fatores de risco como a hipertensão, o diabetes, o tabagismo, obesidade, colesterol alto e o sedentarismo. Segundo os neurologistas, entre 80 e 90% dos casos de internação e até de morte por AVC podem ser evitados se houver melhoria na estrutura do atendimento e se o paciente adotar hábitos saudáveis. Eles lembram ainda que, apesar de ser mais recorrente entre os idosos, a doença pode atingir pessoas em qualquer idade, até recém-nascido.

Foto: Agência Brasil

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Pesquisa instiga as pessoas a não julgarem grávidas e mães de primeira viagem

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A Semana Mundial de Aleitamento Materno 2017 tem como tema central: Amamentar. Ninguém pode fazer por você. Todos podem fazer junto com você

A Semana Mundial de Aleitamento Materno 2017, que tem como tema central: Amamentar. Ninguém pode fazer por você. Todos podem fazer junto com você, celebra o trabalho em conjunto para o bem comum, que produz resultados sustentáveis, maior que a soma de nossos esforços individuais.

E como ajudar as grávidas e mães de primeira viagem? Não atrapalhar, não julgar e não condenar já ajuda muito. Neste sentido, Aimee Grant, pesquisadora do Center for Trials Research da Universidade de Cardiff, disse que as mulheres grávidas e mães de primeira viagem de hoje se sentem julgadas por familiares, amigos e estranhos.

“Se você não pergunta às pessoas o que eles irão almoçar, entenda que também não é apropriado que elas façam sugestões sobre como você deve alimentar seu bebê”, destaca Grant, que emitiu essas recomendações após realizar um estudo e constatar que a “vigilância comunitária” sobre as mulheres grávidas e sobre a alimentação dos bebês aumentou significativamente.

No estudo, publicado no jornal Families Relationships and Society, os pesquisadores entrevistaram pares de mães-avós e descobriram que o julgamento público a respeito das mulheres aumentou entre as gerações.

Os seis pares de mães-avós eram de áreas urbanas desfavorecidas do sul do País de Gales. Essas áreas foram selecionadas devido às baixas taxas de amamentação e às altas taxas de intervenção de saúde pública. Os filhos mais novos das mães tinham entre seis semanas e 25 meses. As próprias mães tinham entre 22 e 43 anos, e as avós entre 42 e 74 anos.

“Muitas das novas mães relataram que se sentiram vigiadas, avaliadas e julgadas, e algumas relataram a experiência de serem questionadas por estranhos sobre suas escolhas durante a gravidez e sobre a alimentação de seus bebês. As participantes também relataram uma série de pressões para alimentar seus bebês de maneiras particulares, incluindo um desejo geral de amamentar, em oposição ao uso de fórmulas para lactentes”, afirma o pediatra Moises Chencinski, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade dePediatria de São Paulo.

As novas mães também relataram que a forma mais desafiadora de vigilância era a de estranhos, pois elas eram menos capazes de controlá-la. Uma delas contou uma visita a um café onde o garçom agiu “como um policial da alimentação”, recusando-se a servir-lhe o chá da tarde que ela havia encomendado por causa de sua “grande barriga”, mostrando que ela estava grávida. Durante sua entrevista, essa mãe disse que sentia como sua gravidez fosse “propriedade de todos”. Uma das mães compartilhou comentários de familiares sobre a frequência das mamadas do seu bebê e admitiu que ela própria passou a questionar sua habilidade de amamentá-lo corretamente.

Outra relatou que um parente havia lhe dito que ela não poderia beber álcool em uma saída noturna porque ela estava amamentando. Ela sentiu que essa intervenção era “intrusiva e rude”, pois já havia conversado com seu médico sobre como ela poderia amamentar seu bebê com segurança e beber álcool. “Grant, que liderou a pesquisa, observa: “as mães em nosso estudo descreveram como esse policiamento intrusivo nas escolhas de estilo de vida começou na gravidez e depois continuou a impactar suas vidas cotidianas, principalmente no que se refere à alimentação infantil”.

“Esta vigilância e estas interferências podem resultar em mulheres grávidas e novas mães que realizam uma maternidade menos consciente, o que torna difícil seguir as recomendações e conselhos dos profissionais de saúde. Para apoiar o aleitamento é preciso também não julgar e não condenar as mães”, diz o pediatra, autor do blog #EuApoioLeiteMaterno.

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