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Fábrica Social abre 1.400 vagas para capacitar profissionais

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A Secretaria Adjunta do Trabalho do Distrito Federal abriu ontem (6/6), 1.400 vagas para a Fábrica Social – Centro de Capacitação Profissional. São oferecidas chances em diversas áreas para que o profissional se capacite para o mercado.São 1.000 oportunidades para têxtil e confecção de material esportivo, 150 para instalação e manutenção de painéis solares, 150 de produção e cultivo de alimentos saudáveis em meio urbano, 50 de marcenaria com madeiras recicláveis e 50 para construção civil.

De acordo com o secretário-adjunto do Trabalho, Thiago Jarjour, as vagas são uma oportunidade para quem quer se profissionalizar. “A Fábrica Social é uma excelente porta de abertura profissional. O governo pretende investir na capacitação desses novos trabalhadores para que o mercado receba-os melhor formados. Com isso, ganham tanto o setor privado quanto o público”, explica Jarjour.

As inscrições podem se feitas até 24 de junho, pela Central 156, opção 9, das 7h às 19h. Inclusive aos sábados e domingos, de 8h às 18h. Podem participar pessoas com cadastro para programas sociais do Governo Federal, com renda familiar per capta de até R$ 154, idade mínima de 16 anos, morar no DF, ter disponibilidade de até 6 horas de manhã ou à tarde.

Cinco por cento das vagas são destinadas a pessoas com deficiência, idosas e menores de idade reeducandos. O sorteio dos participantes será no dia 29 de junho. Não podem se inscrever quem já participou de algum processo de capacitação e qualificação da Fábrica Social.

Foto: Valter Campanato/Arquivo Agência Brasil

Ministério da Fazenda diz que medidas do governo levarão à recuperação econômica

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Foto: Valter Campanato/Arquivo Agência Brasil

O Ministério da Fazenda disse hoje (1º) que o país está atualmente na mais intensa recessão da história, mas iniciativas do governo devem levar ao processo de recuperação da economia.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou, nesta quarta-feira, que o Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – fechou o primeiro trimestre do ano em queda de 0,3%. Em 2015, o PIB registrou queda de 3,8%, a maior desde o início da série histórica, que começou em 1996.

“As estatísticas das Contas Nacionais hoje divulgadas confirmaram que, no primeiro trimestre, como resultado essencialmente de desenvolvimentos domésticos, teve continuidade a mais intensa recessão de nossa história, a qual, dentre outros aspectos, gerou um contingente de 11 milhões de desempregados”, disse o ministério, em nota.

“Nos próximos trimestres, entretanto, em grande parte como consequência da implementação tempestiva de iniciativas recentemente anunciadas, deve ter início o processo de recuperação da economia brasileira”, acrescentou o ministério.

Entre as medidas anunciadas recentemente pelo governo estão a criação de um teto para as despesas e a devolução de R$ 100 bilhões de ativos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao Tesouro Nacional.

Adelmir Santana: “O nosso anseio é o de que Brasília encontre um caminho e gere cada vez mais riquezas. Foto: Divulgação

Fecomércio se reúne com Rollemberg para apresentar propostas desenvolvimentistas para Brasília

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Adelmir Santana: “O nosso anseio é o de que Brasília encontre um caminho e gere cada vez mais riquezas. Foto: Divulgação

O presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, se reuniu na manhã desta quarta-feira (11), com o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, no Palácio do Buriti, para falar sobre ações que vem sendo promovidas pela Federação do Comércio com o objetivo de fortalecer segmentos produtivos da economia brasiliense. Adelmir relatou que a Fecomércio criou, no âmbito da entidade, uma câmara temática de tecnologia da informação e pretende lançar entre junho e julho uma câmara temática de turismo e hospitalidade e outra câmara específica para elaborar projetos especiais voltados a ampliar o desenvolvimento da cidade (Câmara Especial de Articulação de Projetos Estruturantes para o Desenvolvimento do DF).

Esses fóruns têm como finalidade reunir o empresariado e elaborar propostas de políticas públicas e outras ações que visem a resolver os gargalos desses setores. Durante a reunião, Adelmir expôs a necessidade do governo apoiar a criação dessas câmaras e estreitar o relacionamento com a iniciativa privada. “O Estado deve acelerar sua inclusão na nova sociedade da informação e, para isso, é fundamental desenhar uma estratégia que garanta a constante atração de novos investimentos para Brasília”, explicou o presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana. Ele salientou ainda que as câmaras têm um cunho empresarial, com o objetivo de discutir as principais dificuldades enfrentadas pelos segmentos. Segundo Adelmir, esses fóruns estarão focados em procurar soluções nas áreas de tributação, crédito, financiamento, comercialização, formação de recursos humanos e estímulos à inovação.

O governador Rodrigo Rollemberg ressaltou na reunião a vocação da cidade para ser um grande polo de tecnologia. O governador também se mostrou disposto a ajudar o setor produtivo. “Esse apoio a câmara temática é fundamental para alavancarmos juntos a economia regional. Queremos que a Fecomércio ajude a estruturar alternativas que auxiliem o governo no crescimento dos setores de tecnologia e turismo em Brasília”, afirmou o governador Rollemberg. “O setor privado tem naturalmente a expertise para executar essas ações de maneira bem mais rápida e menos burocrática. Essa iniciativa está em total consonância com o que buscamos de desenvolvimento econômico para Brasília”, completou.

Durante a reunião com o governador, Adelmir explicou ainda que a área de TI é essencial no desenvolvimento de todos os segmentos econômicos e sociais brasilienses. Por isso, a importância de se criar um grupo que possa alavancar as ideias e fomentar o setor. “O florescimento de novas empresas e o aumento da competitividade do segmento também é um dos nossos objetivos. Os primeiros passos já foram dados e existe um compromisso nosso com o governador de levar adiante essa proposta”, disse Adelmir.

Outra proposta da Câmara de TIC da Fecomércio é a criação de cursos que supram as lacunas de mão de obra da área. “Queremos um modelo para suprir as demandas do mercado, com a intenção de gerar emprego e fomentar a economia”, concluiu Adelmir. Também representaram a Fecomércio na reunião, o assessor de planejamento da entidade, Carlos Augusto Baião; e o diretor da Federação e empresário do ramo de farmácias, Rogério Tokarski.

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