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Oficina Logosófica de Artes e Literatura Foto: Tatiana Marques Veroneze

Oficina gratuita de circo estimula equilíbrio, concentração e criatividade da criançada

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Oficina Logosófica de Artes e Literatura Foto: Tatiana Marques Veroneze

Atividade Aberta Ao Público Vai Acontecer no Sábado, dia 25/06, das 11h às 13h,  no Boulevard Shopping, Com Equipe do Colégio Logosófico de Brasília

A aplicação de técnicas circenses em recreação voltada a estimular o desenvolvimento infantil dará o tom da Oficina Logosófica de Circo que o Colégio Logosófico de Brasílai irá coordenar, no próximo sábado, dia 25/06, das 11h às 13h, no Boulevard Shopping. As atividades são gratuitas e a participação é aberta ao público e direcionada para crianças entre dois e dez anos. A iniciativa é uma parceria do shopping com o Colégio Logosófico de Brasília. Atividades com malabares, pintura de rosto e mágica fazem parte da programação. Será um espaço para a criação e expressão artística das crianças. “É um prazer trabalhar a arte circense com os pequenos, pois desenvolve o equilíbrio, a resistência e a consciência corporal. Estimula a criatividade, concentração e o trabalho em grupo”, comenta a diretora do Colégio Logosófico e coordenadora das atividades da Oficina, professora Lúcia Andrade.

Serviço

Oficina Logosófica de Circo

25 de junho, das 11h às 13h

Público alvo: criança de 02 a 10 anos de idade.

Local: Boulevard Shopping (Setor Terminal Norte, Conjunto J, Asa Norte)

Informações: (61) 3448-3300

www.boulevardshoppingbrasilia.com.br

Juiz Márcio da Silva Alexandre_ Simone Resende Diretora da Vara da Infância e Flávia Fontelles Supervisora do programa Rede Solidária Anjos do Amanhã, com crianças de 8 e 9 anos_

Crianças de oito e nove anos encerram ação para arrecadar gibis para adolescentes infratores

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Mobilização Feita pela Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal Consegue Doação de 10.774 revistas em quadrinho

Um grupo de crianças de oito e nove anos, alunos da terceira série do Ensino Fundamental do Colégio Logosófico de Brasília, protagonizou o ato simbólico de encerramento da campanha que em pouco mais de um mês arrecadou mais de dez mil gibis para os 900 adolescentes infratores do Distrito Federal. “Quando eram crianças, esses adolescentes não tiveram tempo e nem uma forma de vivenciar o mundo infantil. Por isso a importância da campanha. Nós, agora, estamos dando essa oportunidade para eles”, conta o juiz Marcio da Silva Alexandre, titular da Vara Regional de Atos Infracionais do DF, e idealizador da campanha. Segundo ele, adolescentes em regime sócio-educativo se interessam mais por estórias em quadrinho do que por livros convencionais. Ao se dar conta desse dado, o magistrado promoveu a campanha.

“Foi muito legal juntar e doar todos os gibis. Porque nós estamos tendo a oportunidade de compartilhar algo que nós gostamos muito com eles”, conta Nathália Aguiar, uma das crianças do grupo de 28 que visitaram, nesta tarde (30 de maio), a Vara da Infância e da Juventude, na Asa Norte de Brasília. O grupo representava o total dos alunos do Colégio Logosófico: cerca de 300 discentes, entre 02 e 15 anos, que colaboraram com a campanha de arrecadação. Levaram para o magistrado mais de 500 gibis e uma coleção de revistas “Recreio”.

A participação do Colégio Logosófico de Brasília se deu por iniciativa dos pais dos alunos, que fizeram a ponte entre a Rede Solidária Anjos do Amanhã – que executa as campanhas solidárias para a Vara de Infância e Juventude – e a escola. “Essa participação complementa um programa que estamos desenvolvendo com todos os alunos ao longo deste ano, intitulada Transformando o mundo a partir de si mesmo. Foi uma oportunidade para as crianças colocarem em prática o tema”, conta a diretora do Colégio Logosófico, Lúcia Andrade.

As crianças foram recebidas pelo juiz, que passou quase uma hora interagindo com elas. Explicou a campanha em linguagem acessível a seus pequenos interlocutores e depois respondeu a uma série de curiosidades dos pequenos. As perguntas feitas ao magistrado abordaram os temas mais variados. Desde se criança pode ser presa até a diferença entre um adolescente infrator e um adulto que comete crimes. A pedido de uma das meninas, ele vestiu a toga e explicou a todos a simbologia da Magistratura.

No final do encotro, num ato simbólico, os alunos Thiago Arruda e Tarcila Viana fizeram a entrega de todos os gibis arrecadados pela escola. As revistas serão enviadas para a Unidade de Internação Provisória de São Sebastião (UIPSS). O excedente, será enviado para as demais unidades socioeducativas do DF. “Um adolescente infrator precisa de muito mais do que um gibi, mas já é um pouquinho que a gente pode entregar para eles”, finalizou o juiz Márcio da Silva Alexandre. 

Foto: Olavo Virgilio

Boulevard Shopping traz o Projeto Hora Animada com contação de histórias

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Foto: Olavo Virgilio

Juçara Batichoti selecionou quatro contos para animar a criançada. A entrada é franca.

Neste domingo, 05 de junho, o palco do projeto Hora Animada recebe a youtuber e contadora de histórias Juçara Batichoti. Do canal no youtube “Varal de Histórias” para o Boulevard Shopping, a atriz trará animais, palhaços e a famosa Pastorinha para animar as crianças e a família. A entrada é gratuita e a classificação é livre.

Entre as atividades do dia, Juçara contará a historinha “Belina, a baleia bailarina”, que é sobre uma baleia que amava dançar, saltar e fazer piruetas no fundo do mar. A crianças também irão conhecer o pintinho Fofinho, que queria descobrir quem ele realmente era. Em “O Nariz do Palhaço” a criançada vai ter a oportunidade de conhecer um palhaço que resolveu trocar de nariz só porque não estava muito feliz. E para finalizar, a narrativa “A Pastorinha”, uma história de perseverança e otimismo, onde a pastorinha queria se tornar uma bela princesa.

O projeto Hora Animada acontece todos os domingos, às 15h, no Espaço Boulevard Cultural, e tem duração média de 45 minutos. A cada semana uma nova atração anima à tarde de toda a família.

Sobre Juçara Batichoti
Juçara Batichoti é contadora de histórias, atriz e escritora. Tem um canal no Youtube chamado Varal de Histórias onde conta histórias infantis semanalmente. Ela faz parte da Associação Amigos das Histórias em Brasília e também se apresenta em escolas, festas e eventos culturais.

Serviço:
Hora Animada – Varal de Histórias
Dia: 05 de junho
Horário: 15h
Local: Boulevard Shopping (Setor Terminal Norte, Conjunto J, Asa Norte)
Informações: (61) 3448-3300
www.boulevardshoppingbrasilia.com.br

Alunos do curso de etiqueta (Foto: Divulgação)

Escola promove cursos de boas maneiras, etiqueta e humanidades

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Alunos do curso de etiqueta (Foto: Divulgação)

As meninas são damas, os meninos cavalheiros. Depois da formação, recebem o diploma de princesas e príncipes, preparados para se comportar em um jantar mais requintado e para ajudar em pequenas tarefas de casa, como separar as roupas para lavar por cores e arrumar a própria cama. São apenas exemplos de um aprendizado que envolve conceitos baseados nos quatro pilares da educação, segundo Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI – aprender a viver junto, aprender a ser, aprender a fazer e aprender a conhecer.

A ideia de uma escola real surgiu a partir da observação do comportamento das crianças e de uma delas em especial. “A minha filha de cinco anos adora o universo das princesas e percebi que era uma forma lúdica de ensinar bons modos e também cidadania, nos apoiando nas bases sólidas dos valores e da boa educação, na tentativa de edificar uma sociedade mais humana, autônoma e refinada”, conta uma das diretoras, Roberta Crosara.

Segundo ela, a proposta é disseminar princípios sociais e morais contemporâneos, incentivar a confiança, autonomia e a liderança nos alunos, desenvolvendo habilidades e competências que ajudem na melhoria da sociedade por meio do ensino e incentivo da etiqueta social, do respeito às diferenças e da gentileza das novas gerações. “Queremos auxiliar na formação de cidadãos cultos, capazes de mudar o mundo com a prática da gentileza”, destaca.

Escola-casa

O ambiente da escola é uma casa, utilizada para aulas práticas. “Assim os nossos ‘alunos’ vão aprender a arrumar a cama, sentar à mesa, separar as roupas para lavar, organizar o armário, arrumar a mala e a geladeira, entre outras atividades. Os exercícios de aprendizagem ainda se darão de forma absolutamente lúdica, por profissionais experientes em cada área”, afirma outra diretora da escola, Evelyn Crosara.

Os interessados podem participar de cursos rápidos, mas também há o de boas maneiras completo, com duração de três meses e aulas semanais de duas horas. Três grupos são abordados: boas maneiras (etiqueta à mesa, social, de viagem e na Internet e ainda aprendizado sobre maquiagem e consciência corporal);  práticas do lar (jardinagem, organização da casa, costura, oficina e pequenos reparos) e humanidades (história da moda e da arte, culinária, linguagem e oratória e contação de histórias). Os alunos são divididos por idade, com turmas de 5 a 7 anos, de 8 a 11 anos e de 12 a 15 anos.

Apesar de as crianças terem sido as motivadoras para a implantação da escola, também há atividades voltas para os adultos, em módulos com temas semelhantes aos dos pequenos alunos. Mas, além de aprender sobre etiqueta à mesa e no trabalho, harmonização de vinhos e organização da casa, também podem ter lições importantes para a relação com os filhos. Um dos módulos, por exemplo, ensina a contar histórias para as crianças e conquistar a atenção delas.

Colônia de férias

Antes mesmo do início das atividades, a escola organizou uma colônia de férias. Helena de Souza Jorge foi uma das participantes. A menina de 4 anos, apesar de novinha, já chegou em casa querendo colocar em prática o que aprendeu. “No dia da oficina de etiqueta à mesa, ela pediu para repetirmos a disposição dos talheres e pratos na hora do jantar de acordo com o que tinha aprendido”, conta, aos risos, a mãe dela, a psicóloga  Luana de Souza Jorge. Ela percebeu mudanças no comportamento da filha. “Sempre ensino regras aqui em casa, mas depois da colônia ela despertou para algumas necessidades, como manter o quarto organizado. Achei bem interessante”, diz.

Dez crianças participaram das atividades, um resgate de brincadeiras e jogos antigos e também um tempo para aprender. Elas receberam noções de História da Arte, de culinária e costura. As tardes foram recheadas de histórias e o encerramento foi com um piquenique no jardim. “Eu adorei!”, resume Helena. E quem não gostaria?

Com o intuito de atender também adultos, a escola oferece cursos de etiqueta à mesa, etiqueta social, comportamental e corporativa, curso de pizza, curso de vinhos, educação financeira para pais e filhos.

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