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17-05-29 Tatuagem

Tecnologia a laser permite a remoção de desenhos na pele

By | Destaques, Saúde | No Comments

Umas são grandes, outras pequenas, algumas preto e branco, outras carregadas de uma imensidão de cores, as tatuagens fazem a cabeça das pessoas. Mas, é preciso cuidado e atenção na hora de escolher um desenho que ficará marcado na pele para o resto da vida. Muitos se arrependem ou o que foi escolhido em uma determinada época não condiz mais com o momento atual, e então vem a decisão de retirar a tatuagem.

Uma das últimas novidades para esse tipo de processo é o laser Picosure. O equipamento utiliza impulsos que são 100 vezes mais curtos que os antes utilizados com o laser de nanossegundos. Em função dessa velocidade, agora, é possível “quebrar” também os pigmentos mais claros, convertendo-os em minúsculas partículas facilmente eliminadas pelo organismo. “Ele também atua com maior facilidade em cores como o azul e o verde, até então de difícil remoção”, afirma o dermatologista Ricardo Fenelon.

O tempo de tratamento depende de fatores como o tamanho e a idade/tempo que o desenho tem na pele, o tipo de tinta utilizado, a profundidade do pigmento e as cores presentes na tatuagem. No caso de tatuagens pretas o procedimento pode variar de três a seis sessões para serem removidas, enquanto as coloridas necessitam de um número maior, de oito a dez sessões.

O dermatologista ressalta que esse avanço na dermatologia permitirá resultados satisfatórios para quem deseja eliminar algum rabisco da pele. “A diferença dessa tecnologia para as demais é que a incidência do laser na pele é muito mais rápida e seu poder de destruição é muito maior, logo, além do processo durar menos, também irá provocar menores lesões na pele. Outra vantagem será o tempo de recuperação, que será mais rápido”, diz Fenelon.

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Inglês nas férias: Como as crianças podem aproveitar os dias de folga para aprender um idioma

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Marianthi Boutsiavaras, diretora do Centro de Idiomas Language Factory, fala da importância e dos benefícios da tecnologia e internet para o aprendizado de crianças e adolescentes

Muitos são os aplicativos e sites disponibilizados na internet que ensinam e educam a criança em um novo idioma: além de séries e filmes, também existem jogos que estimulam a curiosidade e o interesse dos pequenos. O uso destes recursos, quando orientado corretamente e sob a supervisão de um adulto, pode trazer resultado positivo. As férias pode ser momento ideal para testá-los.

Segundo um estudo da TIC KIDS ONLINE, divulgado em 2016 pelo CETIC.br, Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação, vinculado à UNESCO, cerca de 35% das crianças brasileiras, com idade entre nove a 17 anos, têm acesso a tablets, smartphones ou notebooks, e 41% delas têm computadores em casa com acesso à internet. “Esses números são muito expressivos, e por isso, é necessário se integrar e adaptar a esta realidade, oferecendo aos filhos opções de atividades construtivas e relevantes.”, enfatiza a diretora.

O Language Factory separou algumas dicas de apps e sites para crianças e adolescentes aproveitarem, levando em consideração diversão e conhecimento. “O mais importante é que essas atividades podem ser realizadas individualmente ou em duplas, envolvendo a família toda”, explica Marianthi.

  • Aprimorar pronúncia e conversação

 O English Conversation é um aplicativo indicado para quem busca desenvolver a pronúncia e conversação. São mais de 200 atividades, entre eles exercícios de áudio que têm como propósito melhorar a habilidade de escutar e conversar. Também conta com testes que ajudam a melhorar a compreensão de contextos em outro idioma.

  • Aprender brincando

 Para atrair a atenção dos pequenos, a indicação é o ELS games. O conteúdo do site é variado com opções de jogos para diversos níveis de interesse e de conhecimento. Tem games para brincar sozinho ou em dupla, como caça-palavras, campo minado, quiz, entre outros.

  • Escutar sua música favorita e aprender o idioma

 O Lyrics Training é ideal para os adolescentes que gostam de música internacional. O conteúdo está disponível em formato de site e APP. Funciona da seguinte forma: o usuário escolhe a música de preferência e, de acordo com seu nível de conhecimento, uma parte da letra da música é escondida, forçando o internauta a completar as palavras que faltam. Essa prática estimula, audição, pronúncia e vocabulário.

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Robótica 4.0 – a tecnologia que aplica conceito de internet industrial e permite monitoramento remoto de robô colaborativo aplicado na indústria

By | Ciência e Tecnologia, Destaques | No Comments

A Pollux é a primeira empresa brasileira a trazer a consolidada tecnologia dos robôs colaborativos com monitoramento remoto no modelo de locação para o País, e avança em sua proposta de aumentar a competitividade da indústria

Os robôs colaborativos e a internet industrial estão revolucionando a indústria e quebrando paradigmas ao automatizar postos de trabalho nunca antes pensados. De acordo com um estudo publicado em maio deste ano da consultoria McKinsey, 50% dos atuais postos de trabalho no Brasil poderiam ser automatizados, ou 53,7 milhões de um total de 107,3 milhões. Some esse indicativo com o mercado potencial de US$ 15 trilhões em 15 anos da internet industrial e tenha uma ótima solução para a indústria: robôs colaborativos com monitoramento remoto.

A Pollux, empresa líder em robótica colaborativa na América do Sul, aposta na integração de internet industrial e robótica para aumentar a competitividade da indústria de forma ágil e econômica. A empresa desenvolveu um modelo de negócio inédito: o robô como serviço, ou seja, – o cliente contrata a Pollux e paga uma espécie de “mensalidade” para o robô. “Aplicamos a engenharia necessária para o funcionamento do robô com monitoramento remoto – o cliente investe um valor mensal, e conta com todo o suporte do nosso time especializado – sem a necessidade de ter um robotista ou estoque de peças”, afirma o diretor comercial de robótica da Pollux, Geraldo Veroneze.

“Somos a única empresa a oferecer a “Robótica 4.0”, com monitoramento remoto, que atende às normas e procedimentos de segurança exigidos pela legislação. Já instalamos mais de 150 robôs colaborativos por todo Brasil, elevando nossos clientes a posições mais competitivas e com excelência em resultados -, mas nossa expectativa é chegarmos em 2 mil robôs instalados até 2020.

O executivo destaca, ainda, que o robô colaborativo é bastante rentável para as plantas que possuem a partir de dois turnos e podem gerar uma economia de até RS 200 mil por ano. As aplicações podem variar entre carga e descarga de máquinas, paletização, packing, injetoras, prensagem e estamparia, testes de vida útil do produto, encaixotamento, aplicação de adesivo, paletização, manipulação de produtos, inspeção de qualidade – Flex-i, linhas de envase, montagem, solda-ponto, entre outras. O robô colaborativo suporta cargas de até 10 quilos.

Com um baixo custo de implantação, rápida instalação e flexibilidade para a troca de função ou ajuste da quantidade de máquinas conforme demanda -, os robôs colaborativos atuam em atividades repetitivas e insalubres, reduzindo os riscos e custos relacionados à saúde dos operadores. Além disso, o robô por locação libera o caixa para investimentos no core business, reduz custos relacionados a falhas de operação ou perdas de materiais, sobretudo por não haver a necessidade de manter uma equipe interna de robotistas e nem estoque de peças para reposição. “Nosso cliente conta com um excelente suporte permanente, inclusão de novos produtos, manutenção e Spare Parts Pollux incluídos na proposta de “Robô como Serviço”, pontua Veroneze.

O software desenvolvido pela Pollux, que permite monitoramento remoto dos robôs de qualquer lugar do mundo –  conceito alinhado a indústria 4.0 e internet Industrial -, permite maior produtividade com a resolução de problemas em tempo real, além de garantir a antecipação e manutenção preditiva, proporcionando segurança e qualidade.

unnamed (3)Para o presidente e fundador da Pollux, José Rizzo, a indústria passa por um momento transformador que não terá volta. “A utilização de robôs num país é medida pela densidade robótica, ou seja, a quantidade de robôs existentes para cada grupo de 10 mil pessoas trabalhando em fábricas. A densidade robótica no Brasil é de apenas 10 para cada grupo, ao passo que no Japão e na Coréia do Sul são 500 e nos Estados Unidos, 300 robôs”, comenta.

De acordo com a International Federation of Robotics, a China chegará em 2018 com mais de 650 mil robôs, a Alemanha com 300 mil e os Estados Unidos com 250 mil. O Brasil levaria mais de 100 anos para atingir a densidade robótica destes países se continuar no ritmo atual.

“O modelo de negócio – Robô como Serviço, é uma tendência na indústria. Com isso conseguimos introduzir robôs em indústrias nas quais não tínhamos acesso. Quando falamos de robôs no Brasil, cerca de 85% está na indústria automotiva, é preciso abrir esta discussão para outros setores, como o de Bens de Consumo e de Bebidas e Alimentos, para que o segmento industrial brasileiro ganhe força perante os avanços importantes observados na Europa, América do Norte e Ásia”, analisa Rizzo.

Sobre a Pollux

Fundada há 20 anos, a Pollux é a empresa de automação industrial mais inovadora do Brasil, com mais de mil projetos implementados. O propósito da empresa é aumentar a competitividade da indústria por meio de soluções de Manufatura Avançada, Robótica Colaborativa e Internet Industrial para tornar as fábricas mais produtivas, eficientes e inteligentes, favorecendo que a indústria vença em um cenário global cada vez mais acirrado.

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Campus Party supera expectativas em Brasília

By | Brasília | No Comments

Ao todo, cinco mil campuseiros e 64 mil pessoas passaram pelo Centro de Convenções Ulysses Guimarães durante os cinco dias de evento

Terminam hoje as atividades da primeira edição brasiliense da Campus Party, uma das maiores experiências de tecnologia e inovação do mundo, que teve início na quarta-feira, 14 de junho, no Auditório Ulysses Guimarães. “Estamos muito felizes com esta primeira edição da Campus Party em Brasília. A participação dos campuseiros foi surpreendente em todos os palcos, workshops e hackathons, o que só confirmou o potencial inovador do Distrito Federal”, comemora o diretor-geral do evento, Tonico Novaes.

A presença do público na Open Campus, área aberta ao público, superou todas as expectativas. Mais de 64 mil pessoas passaram pelo espaço e puderam interagir com uma série de simuladores, acompanhar o Hockey entre Robôs, participar da área Maker, assistir e torcer com a etapa Brasília do Campeonato Brasileiro de Drones, além de conhecer trabalhos acadêmicos e startups com ideias inovadoras. Em parceria com a Rede de Cidades Inteligentes e Humanas, foi realizado também um fórum com vários especialistas e autoridades que discutiu soluções para as cidades do futuro.

“Não há a menor dúvida que Brasília abraçou a Campus Party. Ficamos muito contentes em receber no espaço muitas famílias e, principalmente, crianças que puderam conhecer um pouco mais das tecnologias que eles já interagem ou que vão interagir em um futuro próximo”, complementa Francesco Farrugia, presidente do Instituto Campus Party.

Na Arena, os destaques das mais de 250 horas de programação foram o futurista e co-fundador da Campus Party, Paco Ragageles, o consultor estabelecido no Vale do Silício, Matthew F Reyes, o cientista de dados brasileiro, Ricardo Cappra, a artista interdisciplinar que trabalha com a intersecção da arte e ciência, Ane Liu, o artista multimídia e criador de show de drones, Horst Hörtner, o pai do movimento do Software Livre, Richard Stallman, entre outros. Uma novidade dessa edição foi a possibilidade de acompanhar via streaming na plataforma e aplicativo da Campus Party todas as palestras que ocorreram. Outro grande destaque das arenas foram os hackatons que reuniram um grande público em busca de soluções para a melhoria de políticas públicas para o bem-estar da sociedade.

A CPBSB também foi marcada pelo empreendedorismo. Cinquenta startups participaram do programa Startup & Makers, cuja proposta é impulsionar e capacitar jovens talentos e empreendedores. Novos negócios de áreas distintas como agronegócio, comunicação, educação, entretenimento, finanças, tecnologia, saúde e varejo tiveram a oportunidade de apresentar seus produtos, testar mercados, aprender e ensinar para um público qualificado e ávido por curiosidades. Além disso, receberam mentorias, coaching e puderam interagir com investidores e diretores de grandes empresas que estiveram presentes no evento.

Vale destacar ainda os projetos de destaque da Campus Future. Unbeats, um robô humanoide, Insertfab, projeto de impressora 3D para cegos, e Mamutes do Cerrado, aeromodelo de baixo custo, foram os projetos que se destacaram no espaço.

A CPBSB foi uma iniciativa da ASTEPS (Associação Brasileira de Startups e Empreendedores Digitais), do Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Joe Valle e do Secretário Adjunto de Trabalho do DF, Thiago Jarjour. “Outro fator importante para o sucesso dessa Campus Party foi a visita de ministros, autoridades e dezenas de comitivas que vieram de várias partes do país prestigiar o evento”, complementa Farruggia.

Confira abaixo os principais números da Campus Party Brasília


– Total de campuseiros:
 3.000

– Barracas: 2.800, sendo 2.600 simples e 200 duplas

– Atividades:

Mais de 250 horas de conteúdos.

 – Produção e Tecnologia:

Área total do evento – 54 mil m²

Cabos de rede – 20.000 metros

Cabos de fibra ótica – 40.000 metros

Velocidade da internet – 20 GBps

Envolvidos na organização – mais de 1.500 pessoas

 

– Programa Campus Future
– 20 projetos universitários selecionados para participar do programa


– Programa Startup&Makers Camp

4 eventos em um: Startup & Makers Expo, Mentorias, Palco S&M e Workshops S&M

– Selecionados para a Campus Party Brasil: 50 startups (25 growth stage, 25 early stage)
– Mais de 35 horas de atividades

 

– Outros Números

Patrocinadores, Apoiadores, Media Partners e Instituições de ensino – 69 empresas

Comunidades – 36

Jornalistas, blogueiros e profissionais de imprensa cadastrados para cobertura – Mais de 300

 

SOBRE A CAMPUS PARTY

A Campus Party é a maior experiência tecnológica do mundo que reúne jovens geeks em um festival de inovação, criatividade, ciência, empreendedorismo e universo digital. Realizada pela primeira vez em 1997, na Espanha, a Campus Party conta hoje com mais de 475 mil campuseiros cadastrados em todo mundo, e já produziu edições em países como Espanha, Holanda, Alemanha, Reino Unido, Argentina, Panamá, El Salvador, Costa Rica, Colômbia e Equador. O evento está presente no Brasil há dez anos e em 2017, terá edições em Portugal, Itália, Singapura e África do Sul.

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Skol Beats Secret chega ao mercado com tecnologia inédita

By | Brasil | One Comment

Marca lança o primeiro vidro vermelho industrial do mundo
Conhecida pela inovação, Skol Beats apresenta mais uma integrante para compor a sua família, a Skol Beats Secret. Com o líquido e embalagem vermelhos, a bebida é ainda mais refrescante, pois une a mistura de sabores cítricos e silvestres. A bebida fica ainda mais gostosa quando apreciada bem gelada, pura ou acompanhada de gelo. A linha já contava com duas outras opções, a Skol Beats Senses, na cor azul, e a Skol Beats Spirit, na cor verde.

A chegada de Skol Beats Secret traz com ela uma embalagem de tecnologia inédita: sua garrafa possui o primeiro vidro vermelho de processo industrial do mundo, ou seja, sem passar por nenhum processo de tintura.  O desenvolvimento desse vidro foi pensado especialmente para o lançamento da bebida, em parceria com a OI – Owens Illinois, maior fabricante de embalagens de vidro do mundo. Além da alta tecnologia a embalagem segue com o design icônico da marca.

Skol Beats Secret já está disponível ao consumidor nos principais pontos de venda do país.

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