Chegada de 2024
Mais de 80 mil pessoas celebraram a virada de ano na Esplanada
Ao som de Roupa Nova, Heverton & Heverson, Israel & Rodolffo e Naiara Azevedo, público recebeu a chegada de 2024 com muita diversão, lazer e segurança
01/01/2024 08h36
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Com investimentos de R$ 5 milhões, o Réveillon na Esplanada dos Ministérios contou, pela primeira vez, com fogos de artifício sem estrondos sonoros | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília

A contagem regressiva para a chegada de 2024 ao som de Roupa Nova marcou o início dos 17 minutos de queimas de fogos silenciosos. Com investimentos de R$ 5 milhões e 2,5 mil empregos gerados, o centro político do país se transformou em um grande espaço para festejar e mentalizar boas energias para 2024. Além do show da virada, o público pôde curtir outros nomes da música brasileira. As duplas Heverton & Heverson e Israel & Rodolffo e a cantora Naiara Azevedo agitaram a noite de quem curtiu a festa da virada na Esplanada dos Ministérios.

Pela primeira vez, o espetáculo no céu aconteceu sem estrondos sonoros. Apesar de o Governo do Distrito Federal (GDF) ter proibido, em 2020, o manuseio, a utilização, a queima e a soltura de fogos ou qualquer artefato pirotécnico que produza estampidos no DF, foi somente neste ano que houve a regulamentação da prática.

De forma inédita, os fogos puderam ser contemplados por todos sem serem afetados pelo alto barulho, como crianças, pessoas dentro do espectro autista que possuem sensibilidade sonora e animais.

DF em festa

Neste ano, as festividades se estenderam para outras regiões administrativas do Distrito Federal (DF). Na Praça da Bíblia, em Ceilândia, a sertaneja Luiza Martins foi a grande atração para a virada. Em Planaltina, no Setor Recreativo, a chegada do novo ano foi feita pela cantora sertaneja Naiara Azevedo.

Economia aquecida

O setor criativo, que integra trabalhadores ligados a eventos, produções culturais, shows, emprega hoje 7,4 milhões de profissionais no Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). No DF, isso representa, em média, 3,5% do produto interno bruto.