João Paulo Teixeira da Silva irá a julgamento nesta quinta-feira (14) no Tribunal do Júri do Guará (DF) pelo brutal assassinato de Thalita Berquó, 36 anos.
Em janeiro de 2025, Thalita foi morta a facadas e pedradas dentro do Parque Ecológico Ezechias Heringer após uma discussão com os três criminosos.
O corpo foi esquartejado: cabeça e pernas jogadas em córrego, tronco enterrado no local. Os braços nunca foram encontrados.
Dois adolescentes também participaram do crime. João Paulo, reincidente e em liberdade condicional na época, responde por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
Para a tia de Thalita, a psicoterapeuta Gláucia Marinho, o julgamento é a oportunidade para que haja justiça. Ela destaca que a sobrinha era uma menina cheia de sonhos e que teve a vida interrompida de uma forma brutal, que deixou a família em dor e em busca de respostas.
“Esse julgamento não é só sobre nós da família. É sobre justiça. É sobre dizer que nenhuma vida pode ser tratada com descaso”, afirma Gláucia que conta com a presença da população.
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