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Segurança

Namorado de jovem assassinada corre com bandeira durante ato por justiça no Amapá

Manifestação reuniu moradores em Santana e reforçou cobrança por respostas após morte de jovem de 19 anos

17/03/2026 08h30
Por: Cintia Ferreira
Namorado de jovem morta em Santana — Foto: Reprodução
Namorado de jovem morta em Santana — Foto: Reprodução

Em meio à comoção provocada pela morte de uma jovem de 19 anos em Santana, no Amapá, familiares, amigos e moradores participaram de um ato por justiça que tomou as ruas da cidade nos últimos dias. O momento foi marcado por homenagens e pedidos por respostas das autoridades — e teve como símbolo a atitude do namorado da vítima, que correu com uma bandeira durante a mobilização. A manifestação ocorreu dias após o crime que vitimou Ana Paula Viana Rodrigues, encontrada morta no local onde trabalhava, com sinais de estrangulamento. O caso gerou forte repercussão e mobilizou a população local, que saiu às ruas em um movimento de luto e cobrança por justiça.

Durante o ato, o namorado da jovem protagonizou uma das cenas mais marcantes ao percorrer parte do trajeto carregando uma bandeira, gesto que simbolizou tanto a dor da perda quanto o apelo por justiça. A mobilização reuniu dezenas de pessoas vestidas com cores que representavam homenagem à vítima, além de cartazes e mensagens pedindo que o caso não caia no esquecimento.

Crime e investigação

Segundo as investigações, a jovem foi morta dentro do estabelecimento onde trabalhava. O principal suspeito foi preso poucas horas após o crime. A polícia aponta que o caso é tratado como latrocínio — roubo seguido de morte — após indícios de que pertences da vítima foram levados. A brutalidade do crime aumentou a pressão por respostas rápidas e punição dos envolvidos. Autoridades seguem com a apuração para esclarecer todos os detalhes e a motivação do assassinato.

Comoção e pedido por justiça

Durante a manifestação, relatos emocionados de familiares e amigos reforçaram o impacto da perda. O namorado da vítima destacou o desejo de que o caso não seja tratado apenas como mais um número nas estatísticas de violência. O ato também teve caráter simbólico, reunindo a comunidade em um movimento coletivo contra a violência e em defesa da memória da jovem. A expectativa agora é de que o avanço das investigações traga respostas e responsabilização no caso, enquanto a mobilização popular segue como forma de manter o tema em evidência.

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